Mudança climática ou ruptura do padrão ambiental atual?
Por Luís Henrique Ramos de Camargo – geógrafo e doutor em geoecologia pela UFRJ, Professor de Ecologia Política UERJ-Caxias e FEUC. – autor do livro A Ruptura do Meio Ambiente lançado pela Bertrand e A Geoestratégia da Natureza que será lançado ainda este ano pela mesma editora.
geocamargo@ig.com.br A recente tragédia ocorrida na região serrana do estado do Rio de Janeiro não representa apenas um fenômeno climático que causou danos irreversíveis à sociedade local significa na verdade um processo imprevisível devido a sua magnitude, pois mesmo o mais atento cientista jamais imaginaria que esta fúria de titãs ocorresse destruindo o que há tanto tempo se mantinha. Na verdade, nem a ciência normal e nem os moradores locais imaginavam que as chuvas, que em geral, provocam problemas nesta época do ano, destruiriam de forma tão drástica o que se mantinha há décadas ou há séculos.
Emerge aqui duas questões que considero de profunda relevância para nossos dias, a primeira se relaciona a como entendemos a relação entre o homem e a natureza, a segunda é o grave erro pertinente a farsa do que chamamos de mudança climática. Pois hoje em nossos dias é comum relacionarmos todos os graves problemas do meio ambiente a alterações do clima que seria fruto do excesso de gases estufa na atmosfera.
Essa questão vai de encontro à própria lógica natural, pois em suspensão os gases estufa sofrem reações e se transformam, além disso, e de forma muito mais séria, o planeta ao longo dos seus 4,5 bilhões de anos de existência já passou por diferentes combinações atmosféricas e também já possuiu várias ecologias. E além do mais, se o clima está mudando, isso significa que tudo está em processo de transformação, porque o clima se relaciona a diferentes outros sistemas como o solo, vegetação dentre outros. Na verdade o planeta é uma totalidade indivisível em constante transformação. E é esse fluxo espaço-temporal que gera as mudanças.
Ao longo da história de nosso planeta cada período geológico possuía uma combinação de elementos formando o que convencionamos chamar de padrão, ou seja, uma estrutura que se mantém por um determinado tempo. Assim, sucessivamente o planeta atravessou várias fases ou padrões de organização sistêmicos. Por isso, a idéia de que somos eternos se esvai deixando de lado nosso mito de que o planeta Terra é imutável em sua dinâmica interna.
Descartando a hipótese de que vivemos apenas uma mudança climática, outros acreditam que estamos prestes a viver um superaquecimento, e essa hipótese se baseia também em repetição de uma lógica conhecida, e isso se explica pelo entendimento da principal característica da era geológica atual o cenozóico que são as sucessivas glaciações que a mesma já atravessou. Estaríamos assim, vivendo em uma fase interglacial, onde em breve outra época de congelamento surgiria.
Sabe-se que antes de uma glaciação é comum um superaquecimento do planeta, assim, muitos afirmam que estamos próximos de uma nova glacial, porém, pretendo aqui ir além, colocando que, assim como afirma o grande ganhador do Nobel Ilya Prigogine, estamos vivendo o fim das certezas.
Para confirmar a certeza de que viveremos em breve uma nova glacial basta acreditar que este padrão de comportamento se repetira, porém, de forma diferente, essa certeza se esvai tendo em vista que no passado a espécie humana não habitava este planeta e, portanto, pensando sistemicamente, a hipótese do superaquecimento que precede uma nova glaciação pode não ocorrer.
Essa verificação científica que não se prende a bagagem cartesiano-newtoniana observa que, de forma diferente do que pensava Isaac Newton, o planeta e sua natureza, não segue uma racionalidade linear onde o que está por vir pode ser previsto. Muito pelo contrário, devido à grande complexidade apresentada sistemicamente pelo meio natural o futuro torna-se cada vez mais imprevisível.
Na verdade nosso planeta, que é constituído de um macro padrão que se mantém, possui internamente diferentes subsistemas que trocam energia e matéria entre si alterando sua dinâmica espaço-temporal constantemente.
E, assim como a famosa frase que nos ensina que o bater de asas na Amazônia brasileira pode provocar um tornado no deserto do Texas, o planeta Terra, sendo um grande sistema, recebe informações de todos seus subsistemas, onde cada região geográfica participa da construção do que está por vir.
Para entender melhor essa questão, verifique que em qualquer lugar a junção dos sistemas solo, vegetação e clima possui um tênue equilíbrio, onde qualquer modificação em um deles provocará alterações em todos os outros. Sendo assim, imagine que ao longo do tempo, seja com a agricultura, seja com a urbanização, nossa espécie provocou e provoca diferentes desequilíbrios, onde a natureza se vê em constante busca de novos processos de organização, redefinindo-se constantemente.
Por isso que cada espaço geográfico é também responsável pela manutenção do equilíbrio do atual padrão de organização ecológico-geológico do planeta. Assim, devemos repensar nossas políticas públicas redefinindo não apenas nossas políticas ecológicas, porém também seu teor cartesiano-newtoniano que subordina a natureza às políticas econômicas neoliberais.
É importante que a economia comece a entender as políticas ecológicas a partir de uma visão sistêmica, onde não há verticalidade e sim horizontalidade, democracia e participação popular nas decisões de cada lugar. Não adianta conferencias onde somente os poderosos e sua ciência têm voz, é necessário que cada comunidade, cada lugar de sua participação na nova ordem que deve começar a ordem ecológica, onde o homem deixa de ser senhor e dono do meio ambiente, tornando-se o que sempre foi, a própria natureza.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A relevância da ergonomia e seus impactos na produtividade
A relevância da ergonomia e seus impactos na produtividade
Um verdadeiro alerta sobre a necessidade de cuidados permanentes com os diversos fatores ergonômicos dentro das empresas foi o destaque da palestra Ergonomia nas Empresas – Impactos na produtividade, realizada dia 21 de setembro. Ministrada pelas fisioterapeutas Vanessa d’Oliveira e Carla Carvalho e direcionada especialmente aos empresários, a palestra esclareceu um engano muito comum em relação a ergonomia. “Embora a maioria das pessoas relacione a ergonomia apenas às questões físicas e ambientais, antropométricas, como altura de cadeiras e mesas, postura corporal etc, a questão é muito mais abrangente, abarcando pontos físicos, cognitivos e organizacionais”, explicou Vanessa d`Oliveira.
Ao relacionar ergonomia e economia, as fisioterapeutas explicaram que a questão vai muito além da queda de produtividade dos funcionários. “A desatenção com a ergonomia costuma levar à licença médica e ao afastamento do trabalhador, o que significa o pagamento do salário do funcionário sem que ele tenha trabalhado, o pagamento do tratamento por parte da empresa e gastos com a contratação de substitutos, além da capacitação dos mesmos. Ou seja, a relação entre a ergonomia e a economia é direta dentro de uma empresa”, destacou Carla.
Entre os problemas organizacionais, os mais encontrados são aqueles relacionados à pressão temporal – uma relação apertada entre a produtividade exigida e o tempo disponível – a ausência de pausas sistemáticas, a falta de capacitação para a tarefa realizada, a falta de entrosamento da equipe etc. Já os problemas cognitivos estão relacionados à exigência intelectual, necessidade de atenção, etc. Bons exemplos de profissionais que costumam ser afetados nesse nível são aqueles que trabalham com controle de vôo, atendimentos de emergência e mercado financeiro.
Aloísio Celso de Araújo, Chefe da Divisão Técnica Especializada de Segurança (DSG),um dos organizadores da palestra, ressaltou a grande preocupação e constante envolvimento do Clube de Engenharia com temas que sensibilizam e mobilizam a sociedade,como, por exemplo,os problemas de saúde. Somaram esforços na realização desta palestra as Divisões Técnicas de Atividades Técnicas (DAT), de Engenharia do Ambiente (DEA) e do Exercício Profissional (DEP).
Um verdadeiro alerta sobre a necessidade de cuidados permanentes com os diversos fatores ergonômicos dentro das empresas foi o destaque da palestra Ergonomia nas Empresas – Impactos na produtividade, realizada dia 21 de setembro. Ministrada pelas fisioterapeutas Vanessa d’Oliveira e Carla Carvalho e direcionada especialmente aos empresários, a palestra esclareceu um engano muito comum em relação a ergonomia. “Embora a maioria das pessoas relacione a ergonomia apenas às questões físicas e ambientais, antropométricas, como altura de cadeiras e mesas, postura corporal etc, a questão é muito mais abrangente, abarcando pontos físicos, cognitivos e organizacionais”, explicou Vanessa d`Oliveira.
Ao relacionar ergonomia e economia, as fisioterapeutas explicaram que a questão vai muito além da queda de produtividade dos funcionários. “A desatenção com a ergonomia costuma levar à licença médica e ao afastamento do trabalhador, o que significa o pagamento do salário do funcionário sem que ele tenha trabalhado, o pagamento do tratamento por parte da empresa e gastos com a contratação de substitutos, além da capacitação dos mesmos. Ou seja, a relação entre a ergonomia e a economia é direta dentro de uma empresa”, destacou Carla.
Entre os problemas organizacionais, os mais encontrados são aqueles relacionados à pressão temporal – uma relação apertada entre a produtividade exigida e o tempo disponível – a ausência de pausas sistemáticas, a falta de capacitação para a tarefa realizada, a falta de entrosamento da equipe etc. Já os problemas cognitivos estão relacionados à exigência intelectual, necessidade de atenção, etc. Bons exemplos de profissionais que costumam ser afetados nesse nível são aqueles que trabalham com controle de vôo, atendimentos de emergência e mercado financeiro.
Aloísio Celso de Araújo, Chefe da Divisão Técnica Especializada de Segurança (DSG),um dos organizadores da palestra, ressaltou a grande preocupação e constante envolvimento do Clube de Engenharia com temas que sensibilizam e mobilizam a sociedade,como, por exemplo,os problemas de saúde. Somaram esforços na realização desta palestra as Divisões Técnicas de Atividades Técnicas (DAT), de Engenharia do Ambiente (DEA) e do Exercício Profissional (DEP).
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
APL DA BANANA - RESUMOS EXPANDIDOS.
NORMAS PARA ENVIO DO RESUMO EXPANDIDO
1. Fonte: Times New Roman, corpo12, espaçamento simples, com margens superior e inferior de 3 cm e interna e externa de 2,5 cm;
2. Título: centralizado, apenas com as iniciais em maiúsculas, ocupando no máximo três linhas em espaçamento simples;
3. Deixar uma linha em branco entre o título e os autores, caso forem ocupadas as três linhas reservadas. Se forem ocupadas uma ou duas linhas, deixar três e duas linhas em branco, respectivamente;
4. Todos os nomes científicos devem estar em itálico;
5. Autores: Nome, pré-nome e último nome (apenas o nome e sobrenome por extenso), só as iniciais em maiúsculas. A separação entre autores deverá ser por vírgula, sendo o último unidos pela conjunção “e”. O espaço destinado aos autores não deve ultrapassar duas linhas e espaçamento simples;
6. Deixar uma linha em branco após os autores. Caso for gasto apenas uma linha para os autores, deixar duas linhas em branco;
7. Endereço dos autores, colocando e-mail e caixa postal (ocupar no máximo três linhas);
8. Deixar uma, duas ou três linhas em branco, se o endereço ocupar três, duas ou apenas uma linha, respectivamente;
9. Palavras-chave: incluir até cinco palavras-chave, ocupando no máximo duas linhas em branco;
10. Deixar uma ou duas linhas em branco, quando forem ocupadas duas ou uma linha para as palavras-chave, respectivamente;
11. Incluir o texto do trabalho de maneira corrida (máximo de cinco páginas), abordando:
A. Revisão bibliográfica relacionada ao assunto; Material e Métodos (com detalhes); Resultados e Discussão (com inclusão de tabelas com análises estatísticas); Conclusões (quando for o caso);
B. Literatura citada (ABNT).
1. Fonte: Times New Roman, corpo12, espaçamento simples, com margens superior e inferior de 3 cm e interna e externa de 2,5 cm;
2. Título: centralizado, apenas com as iniciais em maiúsculas, ocupando no máximo três linhas em espaçamento simples;
3. Deixar uma linha em branco entre o título e os autores, caso forem ocupadas as três linhas reservadas. Se forem ocupadas uma ou duas linhas, deixar três e duas linhas em branco, respectivamente;
4. Todos os nomes científicos devem estar em itálico;
5. Autores: Nome, pré-nome e último nome (apenas o nome e sobrenome por extenso), só as iniciais em maiúsculas. A separação entre autores deverá ser por vírgula, sendo o último unidos pela conjunção “e”. O espaço destinado aos autores não deve ultrapassar duas linhas e espaçamento simples;
6. Deixar uma linha em branco após os autores. Caso for gasto apenas uma linha para os autores, deixar duas linhas em branco;
7. Endereço dos autores, colocando e-mail e caixa postal (ocupar no máximo três linhas);
8. Deixar uma, duas ou três linhas em branco, se o endereço ocupar três, duas ou apenas uma linha, respectivamente;
9. Palavras-chave: incluir até cinco palavras-chave, ocupando no máximo duas linhas em branco;
10. Deixar uma ou duas linhas em branco, quando forem ocupadas duas ou uma linha para as palavras-chave, respectivamente;
11. Incluir o texto do trabalho de maneira corrida (máximo de cinco páginas), abordando:
A. Revisão bibliográfica relacionada ao assunto; Material e Métodos (com detalhes); Resultados e Discussão (com inclusão de tabelas com análises estatísticas); Conclusões (quando for o caso);
B. Literatura citada (ABNT).
NORMAS PARA ENVIO DE RESUMOS
resumoII ENCONTRO TÉCNICO-ECONÔMICO DO APL DA BANANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Tema: "Arranjo Produtivo Local da Banana: contribuições para uma estratégia de desenvolvimento"
Local: Clube de Engenharia/RJ
Av. Rio Branco/124 - 25º andar
Data: 16, 17 e 18 de novembro de 2010
NORMAS PARA ENVIO DE RESUMO
1. Fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento simples;
2. Margens superior e inferior: 4 cm; interna e externa: 5 cm;
3. Título: centralizado, apenas as iniciais em maiúsculas – ocupar no máximo três linhas em espaçamento simples;
4. Deixar uma linha em branco entre o título e os autores se, no título, foram ocupadas as três linhas. Se forem ocupadas duas linhas em branco e, se apenas uma linha foi ocupada, deixar três linhas em brancos;
5. Autores: último nome, iniciais dos pré-nomes (tudo em maiúsculo) – nomes separados por vírgula e unidos pela conjunção “e” no último autor – ocupar no máximo duas linhas para autor; Exemplo: José Roberto da Silva: SILVA, J. R. da;
6. Deixar uma linha em branco entre autores e resumo. Se foi ocupada apenas uma linha com os autores, então deixar duas linhas em branco;
7. O texto do resumo deve ocupar no máximo 29 linhas. Incluir no resumo a justificativa do trabalho, a metodologia, os resultados obtidos (quantificados) e as conclusões (quando for o caso);
8. Procurar utilizar todo o espaço disponível;
9. Após a 29o linha do resumo, deixar uma linha em branco. Caso não forem utilizadas todas as linhas, deixe as duas linhas em branco até a 30a linha;
10. Palavras-chave: incluir até cinco palavras-chave (ocupar no máximo dois espaços);
11. Deixar um espaço em branco após as palavras-chave (se foi ocupada apenas uma linha com as palavras-chave, deixar duas linhas em branco).
Tema: "Arranjo Produtivo Local da Banana: contribuições para uma estratégia de desenvolvimento"
Local: Clube de Engenharia/RJ
Av. Rio Branco/124 - 25º andar
Data: 16, 17 e 18 de novembro de 2010
NORMAS PARA ENVIO DE RESUMO
1. Fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento simples;
2. Margens superior e inferior: 4 cm; interna e externa: 5 cm;
3. Título: centralizado, apenas as iniciais em maiúsculas – ocupar no máximo três linhas em espaçamento simples;
4. Deixar uma linha em branco entre o título e os autores se, no título, foram ocupadas as três linhas. Se forem ocupadas duas linhas em branco e, se apenas uma linha foi ocupada, deixar três linhas em brancos;
5. Autores: último nome, iniciais dos pré-nomes (tudo em maiúsculo) – nomes separados por vírgula e unidos pela conjunção “e” no último autor – ocupar no máximo duas linhas para autor; Exemplo: José Roberto da Silva: SILVA, J. R. da;
6. Deixar uma linha em branco entre autores e resumo. Se foi ocupada apenas uma linha com os autores, então deixar duas linhas em branco;
7. O texto do resumo deve ocupar no máximo 29 linhas. Incluir no resumo a justificativa do trabalho, a metodologia, os resultados obtidos (quantificados) e as conclusões (quando for o caso);
8. Procurar utilizar todo o espaço disponível;
9. Após a 29o linha do resumo, deixar uma linha em branco. Caso não forem utilizadas todas as linhas, deixe as duas linhas em branco até a 30a linha;
10. Palavras-chave: incluir até cinco palavras-chave (ocupar no máximo dois espaços);
11. Deixar um espaço em branco após as palavras-chave (se foi ocupada apenas uma linha com as palavras-chave, deixar duas linhas em branco).
ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA BANANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
PROJETO
II ENCONTRO TÉCNICO-ECONÔMICO DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA BANANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
TEMA
“Arranjo Produtivo Local da Banana – contribuições para uma estratégia de desenvolvimento”
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Local: Clube de Engenharia, Avenida Rio Branco, n.0 124, 250 andar, Auditório.
1. IDENTIFICAÇÃO
Evento: II Encontro Técnico-Econômico do Arranjo Produtivo Local da Banana do Estado do Rio de Janeiro.
Coordenação: CLUBE DE ENGENHARIA- UFRRJ- FAPUR.
Apoio: CREA, Ministério da Agricultura (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); Emater; Pesagro; INEA; Firjan; Secretaria Estadual de Agricultura (RJ); Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu e Macaé, Rio de Janeiro, Rezende).
Abrangência:
MUNICÍPIOS: Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu e Macaé, Rio de Janeiro, Rezende.
Período: 16; 17 e 18 de novembro de 2010.
Público Alvo:
Produtores e Empreendedores rurais, agricultores familiares, instituições governamentais e entidades não governamentais, profissionais e pesquisadores das Ciências Agrárias, professores, estudantes e demais interessados na discussão do Arranjo Produtivo Local da Banana do Rio de Janeiro.
2- OBJETIVOS
2.1-Geral:
• Apresentar os resultados dos grupos de trabalho do APL da Banana do Rio de Janeiro e as experiências das instituições e organizações públicas e privadas em empreendedorismo e em associativismo.
• Discutir as características sociais, econômicas e ambientais da cultura da banana nos municípios do Rio de Janeiro, visando definir uma política pública para apoiar o desenvolvimento sustentável da produção agrícola na região.
2.2-Específicos:
• Transformar o agricultor ou produtor rural em empreendedor rural;
• Promover a cultura da banana dentro dos princípios básicos do desenvolvimento sustentável, respeitando o meio ambiente para sua transformação em banana orgânica;
• Promover o cultivo consorciado da banana com outras culturas agrícolas e o reflorestamento para recuperar as nascentes de água potável;
• Introduzir mudanças na bananicultura para produzir bananas de qualidade de acordo com a demanda dos canais de comercialização e dos consumidores finais;
• Viabilizar técnica e comercialmente a produção de bananas e derivados nos canais de distribuição locais e regionais;
• Criar uma rede de conhecimento e tecnologia do APL da Banana no Estado do Rio de Janeiro envolvendo todas as instituições e organizações públicas e privadas, tais como: (a) empresas de produtos ou serviços finais, fornecedores de insumos especializados, componentes, equipamentos e serviços, instituições financeiras e empresas em setores correlacionados; (b) empresas em setores a jusante (isto é, distribuidores e compradores), fabricantes de produtos complementares, fornecedores de infra-estrutura especializada (física, administrativa, de informação, científica e tecnológica), instituições governamentais. Além das instituições dedicadas ao treinamento especializado, educação, informação, pesquisa e suporte técnico (universidades, institutos de pesquisas e prestadores de serviços de treinamento) e órgãos de controle e normas; (c) órgãos governamentais com influência significativa sobre o aglomerado; (d) associações comerciais, sindicatos, cooperativas e outras entidades associativas do setor privado, que apóiam seus participantes;
• Criar o Núcleo Gestor do APL da Banana Orgânica do Rio de Janeiro: UFRRJ, FAPUR, Clube de Engenharia, EMBRAPA, SEBRAE, BB (DRS), SEDEIS, PESAGRO, SEAPPA/ Microbacias, EMATER, Secretaria de Ciência e Tecnologia, Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente: Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu, Macaé, Rio de Janeiro e Rezende.
• Criar o Fórum Permanente, que represente um espaço democrático de discussão, e que tenha como objetivos:
Cuidar dos interesses da cadeia produtiva da banana no Estado do Rio de Janeiro / Pensar o APL;
Agregar as iniciativas existentes;
Criação de grupos de trabalho - Câmaras Setoriais - para estudar e encaminhar propostas ao Fórum Permanente;
Criação de um Fórum online para funcionar como uma base de apoio;
Elaborar uma agenda de reuniões mensais.
• Criar o Centro de Treinamento e Capacitação de empreendedores agrícolas e agroindustriais da Banana Orgânica e de Artesanato de fibra de bananeira do Rio de Janeiro.
• Criar o Laboratório de Estudos e Projetos Agrícolas e Agroindustriais de Banana Orgânica do Rio de Janeiro.
3- PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O Encontro será desenvolvido por meio de:
a) Atividades Técnico-Científicas: Exposições Temáticas, Comunicação de Pesquisa; Painel, Mesas redondas, Grupo de Trabalho do Arranjo Produtivo da Banana.
b) Atividades Sócio-Culturais: exposição de artesanato, produtos derivados de banana.
3.1-DETALHAMENTO DAS AÇÕES / ATIVIDADES: AÇÃO / ATIVIDADE RESUMO/DESCRIÇÃO
Programação Técnico–Científica. Constará de conferências, mesas redondas, comunicação de pesquisa e painel.
II ENCONTRO TÉCNICO-ECONÔMICO DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA BANANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
TEMA
“Arranjo Produtivo Local da Banana – contribuições para uma estratégia de desenvolvimento”
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Local: Clube de Engenharia, Avenida Rio Branco, n.0 124, 250 andar, Auditório.
1. IDENTIFICAÇÃO
Evento: II Encontro Técnico-Econômico do Arranjo Produtivo Local da Banana do Estado do Rio de Janeiro.
Coordenação: CLUBE DE ENGENHARIA- UFRRJ- FAPUR.
Apoio: CREA, Ministério da Agricultura (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); Emater; Pesagro; INEA; Firjan; Secretaria Estadual de Agricultura (RJ); Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu e Macaé, Rio de Janeiro, Rezende).
Abrangência:
MUNICÍPIOS: Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu e Macaé, Rio de Janeiro, Rezende.
Período: 16; 17 e 18 de novembro de 2010.
Público Alvo:
Produtores e Empreendedores rurais, agricultores familiares, instituições governamentais e entidades não governamentais, profissionais e pesquisadores das Ciências Agrárias, professores, estudantes e demais interessados na discussão do Arranjo Produtivo Local da Banana do Rio de Janeiro.
2- OBJETIVOS
2.1-Geral:
• Apresentar os resultados dos grupos de trabalho do APL da Banana do Rio de Janeiro e as experiências das instituições e organizações públicas e privadas em empreendedorismo e em associativismo.
• Discutir as características sociais, econômicas e ambientais da cultura da banana nos municípios do Rio de Janeiro, visando definir uma política pública para apoiar o desenvolvimento sustentável da produção agrícola na região.
2.2-Específicos:
• Transformar o agricultor ou produtor rural em empreendedor rural;
• Promover a cultura da banana dentro dos princípios básicos do desenvolvimento sustentável, respeitando o meio ambiente para sua transformação em banana orgânica;
• Promover o cultivo consorciado da banana com outras culturas agrícolas e o reflorestamento para recuperar as nascentes de água potável;
• Introduzir mudanças na bananicultura para produzir bananas de qualidade de acordo com a demanda dos canais de comercialização e dos consumidores finais;
• Viabilizar técnica e comercialmente a produção de bananas e derivados nos canais de distribuição locais e regionais;
• Criar uma rede de conhecimento e tecnologia do APL da Banana no Estado do Rio de Janeiro envolvendo todas as instituições e organizações públicas e privadas, tais como: (a) empresas de produtos ou serviços finais, fornecedores de insumos especializados, componentes, equipamentos e serviços, instituições financeiras e empresas em setores correlacionados; (b) empresas em setores a jusante (isto é, distribuidores e compradores), fabricantes de produtos complementares, fornecedores de infra-estrutura especializada (física, administrativa, de informação, científica e tecnológica), instituições governamentais. Além das instituições dedicadas ao treinamento especializado, educação, informação, pesquisa e suporte técnico (universidades, institutos de pesquisas e prestadores de serviços de treinamento) e órgãos de controle e normas; (c) órgãos governamentais com influência significativa sobre o aglomerado; (d) associações comerciais, sindicatos, cooperativas e outras entidades associativas do setor privado, que apóiam seus participantes;
• Criar o Núcleo Gestor do APL da Banana Orgânica do Rio de Janeiro: UFRRJ, FAPUR, Clube de Engenharia, EMBRAPA, SEBRAE, BB (DRS), SEDEIS, PESAGRO, SEAPPA/ Microbacias, EMATER, Secretaria de Ciência e Tecnologia, Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente: Itaguaí, Mangaratiba, Paracambi, Seropédica, Angra dos Reis, Paraty, Casimiro de Abreu, Trajano de Morais, Rio Claro, Saquarema, Silva Jardim, Cachoeira de Macacu, Macaé, Rio de Janeiro e Rezende.
• Criar o Fórum Permanente, que represente um espaço democrático de discussão, e que tenha como objetivos:
Cuidar dos interesses da cadeia produtiva da banana no Estado do Rio de Janeiro / Pensar o APL;
Agregar as iniciativas existentes;
Criação de grupos de trabalho - Câmaras Setoriais - para estudar e encaminhar propostas ao Fórum Permanente;
Criação de um Fórum online para funcionar como uma base de apoio;
Elaborar uma agenda de reuniões mensais.
• Criar o Centro de Treinamento e Capacitação de empreendedores agrícolas e agroindustriais da Banana Orgânica e de Artesanato de fibra de bananeira do Rio de Janeiro.
• Criar o Laboratório de Estudos e Projetos Agrícolas e Agroindustriais de Banana Orgânica do Rio de Janeiro.
3- PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O Encontro será desenvolvido por meio de:
a) Atividades Técnico-Científicas: Exposições Temáticas, Comunicação de Pesquisa; Painel, Mesas redondas, Grupo de Trabalho do Arranjo Produtivo da Banana.
b) Atividades Sócio-Culturais: exposição de artesanato, produtos derivados de banana.
3.1-DETALHAMENTO DAS AÇÕES / ATIVIDADES: AÇÃO / ATIVIDADE RESUMO/DESCRIÇÃO
Programação Técnico–Científica. Constará de conferências, mesas redondas, comunicação de pesquisa e painel.
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