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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
APLAUSOS PARA O C B A.
ANIVERSÁRIO DO CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Expresso-me meus sentimentos de alegria e gratidão pela passagem dos 51 anos do Centro Brasileiro de Arqueologia-CBA, pioneiro em agregar pesquisadores da Pré-história em nosso País e nas Américas. Seus feitos para conhecimento da humanidade ultrapassam as cores do arco-íres, pois sua diretoria congrega estudiosos de diversificado conhecimento da ciência e da engenharia tecnológica do Brasil.
CÉLIO CAVALCANTI PUBLICADO NO SITE FORQUILHA
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
BIOGRAFIAS DO CBA
Eduardo Góes Neves é um arqueólogo brasileiro e um dos principais pesquisadores atuantes na Amazônia, principalmente nos arredores de Manaus, no estado do Amazonas.
É graduado em História pela USP (1986) e doutor em arqueologia pela Indiana University (2000), sob a orientação de Geoffrey Conrad e sua pesquisa focou nos estudosetnoarqueologicos com os povos Tarianos, em Iauareté.
Desde 1989 vem atuando como professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde ensina na graduação e na pós-graduação. Atua também como professor e orientador no programa de pós-graduação em Ciências do Ambiente da Universidade Federal do Amazonas. Foi consultor para a implementação do Curso Superior de Tecnologia em Arqueologia da Universidade do Estado do Amazonas. Lecionou e orienta projetos acadêmicos na Universidad del Centro de La Provincia de Buenos Aires, Olavarría,Argentina. Realiza pesquisas e orienta trabalhos acadêmicos na Amazônia brasileira, principalmente em sua porção ocidental. É presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira(Biênio 2009-2011).
É graduado em História pela USP (1986) e doutor em arqueologia pela Indiana University (2000), sob a orientação de Geoffrey Conrad e sua pesquisa focou nos estudosetnoarqueologicos com os povos Tarianos, em Iauareté.
Desde 1989 vem atuando como professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde ensina na graduação e na pós-graduação. Atua também como professor e orientador no programa de pós-graduação em Ciências do Ambiente da Universidade Federal do Amazonas. Foi consultor para a implementação do Curso Superior de Tecnologia em Arqueologia da Universidade do Estado do Amazonas. Lecionou e orienta projetos acadêmicos na Universidad del Centro de La Provincia de Buenos Aires, Olavarría,Argentina. Realiza pesquisas e orienta trabalhos acadêmicos na Amazônia brasileira, principalmente em sua porção ocidental. É presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira(Biênio 2009-2011).
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SAB
BIOGRAFIAS DO CBA
Pedro Paulo Abreu Funari
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1D
bacharel em História (1981), mestre em Ciências Sociais (Antropologia Social 1986) e doutor em Arqueologia (1990), sempre pela Universidade de S. Paulo, livre-docente em História (1996) e Professor Titular (2004) da Unicamp, Coordenador do Centro de Estudos Avançados da Unicamp (www.gr.unicamp.br/ceav), desde 2010. Professor de programas de pós da UNICAMP e USP, colaborador da UFPR, UFPel, Universidade do Algarve (Portugal), Universidad Nacional de Catamarca, Universidad del Centro de la Provincia de Buenos Aires, líder de grupo de pesquisa do CNPq, assessor científico da FAPESP, research associate - Illinois State University e Universidad de Barcelona . Supervisionou 12 pós-doutoramentos, 22 doutoramentos, 30 mestrados, destacados pesquisadores e líderes em instituições de prestígio (Oxford University, Université de Mulhouse, UNICAMP, UNESP, UFF, UFMG, UFPR, UFRJ, UNESP, MASJ, UEL, UFPel, UCS, UEMG, UEM, UMESP, Uniplac, PUCPR, FESB, UNIFAP, UFS, UNIP, Unifesp, Un. Einstein de Limeira, UFG, UFBA, UNIFAL, UFMA, UFPA, UFV, Museu da Bacia do Paraná, Unip). Na Unicamp, Coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos (2007-2009) e representante do IFCH na CADI (2005-2009), membro da CAI/Consu (2009), Assessor do Gabinete do Reitor, desde 2009, apresentador do programa "Diálogo sem fronteira". Participa do conselho editorial de mais de 40 revistas científicas estrangeiras e brasileiras. Publicou mais de 110 livros e de 175 capítulos nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Áustria, França, Holanda, Itália, Espanha, Argentina, Colômbia, Brasil, entre outros, assim como mais de 475 artigos em mais de 130 revistas científicas estrangeiras e brasileiras arbitradas, como Current Anthropology, Antiquity, Revue Archéologique, Journal of Social Archaeology, American Antiquity, American Journal of Archaeology, Dialogues d' Histoire Ancienne. Foram publicadas mais de 70 resenhas de seus livros, mais de 30 delas em revistas estrangeiras de ponta e participou de mais de 300 bancas. Projetos conjuntos com pesquisadores estrageiros resultaram na visita de numerosos estudiosos, das principais instituições de pesquisa do mundo (Universidades de Londres, Saint Andrews, Boston, Southampton, Durham, Illinois, Barcelona, Havana, Buenos Aires, Londres, CNRS). Co-editou e co-edita enciclopédias como Encyclopaedia of Historical Archaeology, Oxford Encyclopaedia of Archaeology, Encyclopaedia of Archaeology (Academic Press). Participou de mais de 400 eventos e organizou mais de 40 reuniões científicas. Foi Secretary, World Archaeological Congress (2002-2003), membro permanente do conselho da Union Internationale des Sciences Préhistoriques e Protohistoriques (UISPP) e sócio da ANPUH, ABA, SAB, SBPH, SHA, SAA, WAC, ABIB, AAA, Roman Society. Líder de Grupo de Pesquisa do CNPq, sediado na Unicamp, com 45 pesquisadores e 43 estudantes, e vice-líder de dois outros grupos. Tem experiência na área de História e Arqueologia, com ênfase em História Antiga, atuando principalmente nos seguintes temas: Arqueologia, Historia Antiga, Arqueologia Historica, História e Antiguidade, Latim, Grego, Cultura Judaica, Cristianismo, Religiosidades, Ambiente e Sociedade, Estudos Estratégicos, Turismo, Patrimônio, Relações de Gênero. Foto de outubro de 2010, em Freiburg, Alemanha.
(Texto informado pelo autor)
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1D
bacharel em História (1981), mestre em Ciências Sociais (Antropologia Social 1986) e doutor em Arqueologia (1990), sempre pela Universidade de S. Paulo, livre-docente em História (1996) e Professor Titular (2004) da Unicamp, Coordenador do Centro de Estudos Avançados da Unicamp (www.gr.unicamp.br/ceav), desde 2010. Professor de programas de pós da UNICAMP e USP, colaborador da UFPR, UFPel, Universidade do Algarve (Portugal), Universidad Nacional de Catamarca, Universidad del Centro de la Provincia de Buenos Aires, líder de grupo de pesquisa do CNPq, assessor científico da FAPESP, research associate - Illinois State University e Universidad de Barcelona . Supervisionou 12 pós-doutoramentos, 22 doutoramentos, 30 mestrados, destacados pesquisadores e líderes em instituições de prestígio (Oxford University, Université de Mulhouse, UNICAMP, UNESP, UFF, UFMG, UFPR, UFRJ, UNESP, MASJ, UEL, UFPel, UCS, UEMG, UEM, UMESP, Uniplac, PUCPR, FESB, UNIFAP, UFS, UNIP, Unifesp, Un. Einstein de Limeira, UFG, UFBA, UNIFAL, UFMA, UFPA, UFV, Museu da Bacia do Paraná, Unip). Na Unicamp, Coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos (2007-2009) e representante do IFCH na CADI (2005-2009), membro da CAI/Consu (2009), Assessor do Gabinete do Reitor, desde 2009, apresentador do programa "Diálogo sem fronteira". Participa do conselho editorial de mais de 40 revistas científicas estrangeiras e brasileiras. Publicou mais de 110 livros e de 175 capítulos nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Áustria, França, Holanda, Itália, Espanha, Argentina, Colômbia, Brasil, entre outros, assim como mais de 475 artigos em mais de 130 revistas científicas estrangeiras e brasileiras arbitradas, como Current Anthropology, Antiquity, Revue Archéologique, Journal of Social Archaeology, American Antiquity, American Journal of Archaeology, Dialogues d' Histoire Ancienne. Foram publicadas mais de 70 resenhas de seus livros, mais de 30 delas em revistas estrangeiras de ponta e participou de mais de 300 bancas. Projetos conjuntos com pesquisadores estrageiros resultaram na visita de numerosos estudiosos, das principais instituições de pesquisa do mundo (Universidades de Londres, Saint Andrews, Boston, Southampton, Durham, Illinois, Barcelona, Havana, Buenos Aires, Londres, CNRS). Co-editou e co-edita enciclopédias como Encyclopaedia of Historical Archaeology, Oxford Encyclopaedia of Archaeology, Encyclopaedia of Archaeology (Academic Press). Participou de mais de 400 eventos e organizou mais de 40 reuniões científicas. Foi Secretary, World Archaeological Congress (2002-2003), membro permanente do conselho da Union Internationale des Sciences Préhistoriques e Protohistoriques (UISPP) e sócio da ANPUH, ABA, SAB, SBPH, SHA, SAA, WAC, ABIB, AAA, Roman Society. Líder de Grupo de Pesquisa do CNPq, sediado na Unicamp, com 45 pesquisadores e 43 estudantes, e vice-líder de dois outros grupos. Tem experiência na área de História e Arqueologia, com ênfase em História Antiga, atuando principalmente nos seguintes temas: Arqueologia, Historia Antiga, Arqueologia Historica, História e Antiguidade, Latim, Grego, Cultura Judaica, Cristianismo, Religiosidades, Ambiente e Sociedade, Estudos Estratégicos, Turismo, Patrimônio, Relações de Gênero. Foto de outubro de 2010, em Freiburg, Alemanha.
(Texto informado pelo autor)
BIOGRAFIAS DO CBA
NIEDE GUIDON
Biografia
Formada em História Natural pela USP, trabalhou no Museu Paulista, quando tomou conhecimento do sítio arqueológico de São Raimundo Nonato no Piauí, no ano de 1963.
Especializou-se em arqueologia pré-histórica, pela Sorbonne, e especialização pela Universidade de Paris I.
Desde 1973 integra a Missão Arqueológica Franco-Brasileira, concentrando no Piauí seus trabalhos, que culminaram na criação, ali, do Parque Nacional Serra da Capivara
[editar]Ideologia
Os achados arqueológicos de Guidon levam a crer que o povoamento do continente americano se deu muito antes do que se crê de ordinário. Enquanto a teoria mais comumente aceita do povoamento das Américas postula que os primeiros humanos chegaram no continente há 15 000 anos, alguns dos sítios arqueológicos de Guidon contém artefatos que datam de 45 000 anos atrás. O problema de sua hipotése é que o que é tido por Guidon e sua equipe como sendo "artefatos" é tido por outros como sendo "geofatos" - os primeiros sendo produtos do trabalho humano e os últimos sendo produtos da ação de forças naturais. Antropólogos estadunidenses - entre os quais estão os mais ferrenhos críticos das teorias de Guidon - se encontram em ambos os lados da questão: alguns aceitam as evidências arqueológicas sem contestá-las; outros pensam que elas não são sólidas o suficiente para derrubar as antigas hipotéses. Enquanto isso, os achados se acumulam.
Com uma grande equipe trabalhando para si e com inúmeros projetos em andamento, Guidon espera rescrever a versão corrente da história demográfica do homem. Embora sua teoria tenha lacunas, o acúmulo de evidências arqueológicas fortalece cada vez mais suas hipotéses.
Biografia
Formada em História Natural pela USP, trabalhou no Museu Paulista, quando tomou conhecimento do sítio arqueológico de São Raimundo Nonato no Piauí, no ano de 1963.
Especializou-se em arqueologia pré-histórica, pela Sorbonne, e especialização pela Universidade de Paris I.
Desde 1973 integra a Missão Arqueológica Franco-Brasileira, concentrando no Piauí seus trabalhos, que culminaram na criação, ali, do Parque Nacional Serra da Capivara
[editar]Ideologia
Os achados arqueológicos de Guidon levam a crer que o povoamento do continente americano se deu muito antes do que se crê de ordinário. Enquanto a teoria mais comumente aceita do povoamento das Américas postula que os primeiros humanos chegaram no continente há 15 000 anos, alguns dos sítios arqueológicos de Guidon contém artefatos que datam de 45 000 anos atrás. O problema de sua hipotése é que o que é tido por Guidon e sua equipe como sendo "artefatos" é tido por outros como sendo "geofatos" - os primeiros sendo produtos do trabalho humano e os últimos sendo produtos da ação de forças naturais. Antropólogos estadunidenses - entre os quais estão os mais ferrenhos críticos das teorias de Guidon - se encontram em ambos os lados da questão: alguns aceitam as evidências arqueológicas sem contestá-las; outros pensam que elas não são sólidas o suficiente para derrubar as antigas hipotéses. Enquanto isso, os achados se acumulam.
Com uma grande equipe trabalhando para si e com inúmeros projetos em andamento, Guidon espera rescrever a versão corrente da história demográfica do homem. Embora sua teoria tenha lacunas, o acúmulo de evidências arqueológicas fortalece cada vez mais suas hipotéses.
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NIEDE GUIDON
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
CBA ONLINE 01
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Utilidade Pública - Lei 910, de 04/02/1966.
Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara
Reg. Nº. 01, em 13/12/1968, no Conselho Federal de Cultura.
CBA ON-LINE
Informativo Nº. 001 - Rio de Janeiro, 21/09/2009.
EDITORIAL
Cada dia mais se intensifica o uso dos recursos da internet na comunicação. Consoante essa realidade, o Centro Brasileiro de Arqueologia resolveu lançar mais um veículo de informação institucional, o seu boletim on-line que vem se somar ao tradicional CBA Noticias e ao site.
A diretoria do CBA disponibiliza o primeiro numero do Informativo, neste dia vinte e um de setembro, não por ser um dia emblemático para a arqueologia nacional e para o CBA - fundado justamente em um dia vinte e um, em novembro de 1961.
No momento em que a bela e histórica Belém do Pará recebe o XV Congresso de Arqueologia da SAB, o Informativo do CBA On-line, ao mesmo tempo em que confraterniza com os congressistas, deseja um evento de pleno sucesso.
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XV CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA
"Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais"
20 a 23 de Setembro de 2009 Belém/PA - Centro de Convenções do Hotel Sagres
Informações: 55 (91) 3249 2635 / 55 (91) 8115 8497 - http://www.blogger.com/
Fonte: http://www.blogger.com/
CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL
O CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL é um órgão do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo localizado em Piraju, Estado de São Paulo. Idealizado pela arqueóloga Luciana Pallestrini, suas raízes remontam os anos 1960, quando a equipe de arqueologia do Museu Paulista da Universidade de São Paulo iniciou suas atividades no trecho médiosuperior da bacia do rio Paranapanema. Naquela ocasião foram abertas algumas frentes de escavação arqueológica nos municípios de Itapeva, Piraju e Campina do Monte Alegre (então distrito do Município de Angatuba). O que sinalizou e tornou realidade a implantação deste CENTRO foi a necessidade de se criar uma base operacional que apoiasse as atividades de campo e de laboratório executadas pela equipe de arqueologia na região do Paranapanema. No entanto, a melhor justificativa para tal empreendimento certamente foi o significativo potencial arqueológico da área; isto havia exigido, ainda em 1968, a organização daquele que é o mais antigo programa acadêmico de pesquisas arqueológicas do Estado de São Paulo, o PROJETO PARANAPANEMA. De fato, os vínculos entre o centro e o programa acadêmico têm sido inalienáveis e isto se explica por uma relação de permanente reciprocidade: o CENTRO REGIONAL é produto do PROJETO PARANAPANEMA e, na prática, a permanência de ambos tem sido garantida pelo mútuo envolvimento em objetivos convergentes.
Leia mais: Piraju - http://projetoportoseguro-piraju.blogspot.com/
NOVO CANAL DE TELEVISÃO PORTUGUESA DEDICADO À ARQUEOLOGIA: WEBTV
Fruto de uma parceria entre o Centro Europeu de Investigação CEIPHAR e a empresa Benefits & Profits e com sede no Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, o novo canal permitirá consultas de arquivos de vídeos e artigos, relacionados com os projetes de investigação e museologia arqueológica coordenados pelo Instituto Politécnico de Tomar (IPT), para além das emissões diretas.
As emissões diretas tiveram o seu início na quinta-feira, cinco de março as 9h, com as Jornadas de Arqueologia Ibero-Americana, que assim podem ser seguidas por todos os interessados.
Com correspondentes em mais de 15 países, o canal de televisão oferecerá reportagens sobre os projetos do IPT, do Museu, do Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR) e do conjunto das equipas articuladas no Grupo de Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (FCT), na Europa (Portugal, Espanha, Itália, Grécia), América do Sul (Brasil, Colômbia) e África (Senegal, Angola).
Leia mais: http://www.arqueomacao.tv/
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SAMABAQUIS DE CUBATÃO SÃO DESTAQUE NO CONGRESSO DE ARQUEOLOGIA DE BELÉM DO PARÁ
Estudando a pré-história, o arqueólogo Manoel Gonzalez trouxe à tona uma tese que pode mudar completamente a visão do passado: segundo ele, Cubatão teria sido o berço da ocupação humana na Baixada Santista. Uma das linhas que ajudariam a preservar o patrimônio cultural da cidade é um plano de estudo e pesquisa dos sambaquis. E esse vai ser um dos temas defendidos por ele no XV Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira. O evento, que reúne as principais autoridades e especialistas no assunto, acontece em Belém, no Pará, de 20 a 23 de setembro.
Gonzalez apresentará à comunidade científica um plano de manejo elaborado para estudo e pesquisa dos sambaquis, de maneira que essa atividade venha a preservar os sítios históricos e pré-históricos de Cubatão. Os sambaquis são montanhas de conchas onde estão depositados alimentos e objetos que reconstroem a ocupação humana. “Junto dessas montanhas há adornos, dentes, machados de pedra e até peças de pedra no formato de animais”, garante o arqueólogo. Importante dizer que já foram identificados nove sambaquis no município: dois no Parque Cotia - Pará, um no Vale Verde, cinco dentro da Usiminas e um no braço do Rio Quilombo.
Gonzalez defende criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará
Os estudos de Gonzalez resultaram em ações mais efetivas, como a criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará. O projeto, elaborado pela Secretaria de Cultura e Turismo, está em tramitação na Prefeitura. Tem o apoio da Faculdade de Arqueologia da Universidade de São Paulo (USP). Os planos de Manoel Gonzalez incluem, ainda, as escavações do Sambaqui Cotia - Pará 2, além da tentativa de preservação e restauro da Vila Fabril. “A geração do presente não pode interromper este legado às gerações futuras. Há de se valorizar e proteger este recurso cultural finito, que são os patrimônios culturais”.
Congresso – Com o tema "Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais", o congresso discute o compromisso social do arqueólogo e a socialização da produção do conhecimento. Isso implica em debater também o acesso aos bens arqueológicos e ao conhecimento produzido sobre eles, além das estratégias de proteção e preservação. A intenção é ampliar o debate sobre o que deve ser preservado, como e por quê. Mais informações sobre o congresso no site http://www.blogger.com/
Com base no texto original de: Morgana Monteiro
SOCIEDADE PARAIBANA DE ARQUEOLOGIA - SPA
O Boletim Informativo da SPA, de publicação mensal, reúne artigos e textos sobre as ações arqueológicas ocorridas durante o mês em toda a Paraíba. Ele possui uma grande importância documental, registrando eventos, ações e pesquisas desde a criação da SPA, em dezembro de 2006. Por este motivo, o público leitor desta publicação é vasto, indo desde aficionados por arqueologia geral e da Paraíba, até profissionais da área, que em grande medida podem compreender como os testemunhos arqueológicos pré-históricos são distribuídos no Estado da Paraíba, a partir de seus achados, já que apenas nos últimos anos é que a arqueologia paraibana tem sido objeto de estudo.
Acessem os Boletins 01 a 38 pelo site do Museu de História Natural da Universidade Estadual da Paraíba.
O Museu de História Natural da UEPB foi criado para ser um espaço interativo e permanente de produção, divulgação e popularização do conhecimento. É objetivo do MHN apresentar para a comunidade o acervo arqueológico, paleontológico, faunístico, florístico, espeleológico e geológico da região de Campina Grande e região, bem como pesquisar sobre as evidências da cultura material, como também o material faunístico, florístico, geológico e fossilífero do estado da Paraíba. Seções do MHN: arqueologia, paleontologia, espeleologia, geologia, fauna e flora.
Endereço da SPA - Largo do Açude Novo, Centro, Campina Grande-PB.
MUSEU DE ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICO
Após a descoberta de vestígios de um naufrágio na praia dos Ingleses, em Florianópolis/Santa Catarina, um grupo de mergulhadores preocupados com os saques nos sítios arqueológicos submersos da costa brasileira, decidiu formar uma ONG com o objetivo de pesquisar, resgatar e preservar tais locais. Assim, um projeto pioneiro no Brasil foi criado, recebendo apoio do Governo do Estado de Santa Catarina em março de 2004, quando foi inaugurada a base de operações e Centro de Visitação PAS na praia dos Ingleses, possibilitando que o público tenha um contato direto com os trabalhos de pesquisa desta embarcação soçobrada próxima a praia.
Os bens culturais que compõem o núcleo inicial do museu são oriundos do resgate arqueológico de uma embarcação provavelmente espanhola, soçobrada entre o final do século XVII e o início do século XVIII, na praia dos Ingleses, canto direito (Costão Sul), na cidade de Florianópolis, Santa Catarina.
Em 1989, objetos de cerâmica semi-enterrados no leito marinho foram localizados por Alexandre Viana na Praia dos Ingleses, enquanto praticava pesca submarina. Mais tarde, estes objetos foram identificados como sendo “botijas peruleiras” de origem espanhola. Assim, surgiram os indícios que apontavam para a existência do naufrágio de uma embarcação procedente da Europa.
Em 2001, os pesquisadores Alexandre Viana, Marcelo Lebarbenchon Moura e Narbal de Souza Corrêa iniciaram estudos para realizar a exploração deste sítio arqueológico.
Com a autorização da Marinha do Brasil, começaram as buscas no sítio através de técnicas arqueológicas. Desde então, os trabalhos têm sido reconhecidos como o melhor da área no Brasil, inclusive por técnicos da própria Marinha.
LOCALIZAÇÃO:
No canto direito da praia dos Ingleses, na Marina.
Horários de funcionamento: de Segunda a Sexta - de 10:00 até 17:00 horasFecha para almoço: 12h às 14h. Sábado abre das 10h às 12h
CRÉDITOS:
http://www.pdic.com.br/pdic2005/letreiro/dn_114.asp
VILA DA RAINHA PODERÁ SER PARQUE ARQUEOLÓGICO
A construção de uma represa na divisa do RJ com o ES levou à descoberta de um importante sítio arqueológico. A barragem foi desviada para salvar o sítio que foi estudado por pesquisadores do Museu Nacional, segundo eles, no local das ruínas de um cais construído por Pero de Góis, donatário de capitania, que, em 1536, tentou implantar ali uma colônia com base na cana de açúcar. Com escassos recursos humanos e materiais, Góis percebeu ser o local interessante por ter muita água e mata para fornecer lenha. Os indígenas foram usados como mão de obra apesar das dificuldades de adaptação. Uma viagem de Pero a Portugal botou tudo a perder. Um aventureiro se aproveitou, invadiu a área, matou índios, aprisionou o cacique, o que resultou em guerra contra os colonos. Ao voltar da viagem, Pero de Góis encontrou seu projeto de colonização arrasado com os nativos lutando contra os colonos. Restou para a história o que ele havia construído e foi agora descoberto por acaso. Maria Dulce Gaspar, do Museu Nacional, defende a implantação de um Parque Arqueológico no local. (Redação do CBA ON-LINE baseado no Jornal "O GLOBO", Texto de Carlos Albuquerque, 19 de setembro de 2009).
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Fundado em 21 de novembro de 1961, o Centro Brasileiro de Arqueologia tem por objetivos congregar estudiosos em Arqueologia, Pré-história e Ciências afins que pretendam desenvolver seus conhecimentos nas mencionadas áreas; promover a realização de cursos especializados referentes aos diversos campos da Arqueologia e Ciências Correlatas, principalmente com relação à Antropologia Biocultural, Ecologia Humana, Paleoecologia Humana e ao Meio Ambiente; realizar estudos, debates, seminários, projetos culturais, encontros etc., nos campos de ensino e pesquisa mencionados, visando realizar levantamentos e pesquisas arqueológicas devidamente autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN em conformidade com a Lei Federal 3924 de 26 de julho de 1961.
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 351 – parte – Niterói/RJ - CEP 24.030-060.
(instalações do DRM-RJ)
Plantão semanal-terça-feira de 10h às 16h
Reuniões de diretoria: 21 de setembro, 19 de outubro, 23 de novembro e 21 de dezembro - de 10h até 12h
Site: http://www.cbarqueol.org.br/E-mail: http://www.blogger.com/
Datas comemorativas do CBA:
26 de julho: dia do arqueólogo e 21 de novembro: aniversário do CBA
MEMBROS DA DIRETORIA (Eleita para o triênio 2009 / 2012):
DIRETORIA EXECUTIVA
PRESIDENTE: Juan Álvaro Christian Barrientos NavarroVICE-PRESIDENTE: Luiz Octávio de Castro Cunha1º SECRETÁRIO: Benedicto Humberto Rodrigues Francisco2º SECRETÁRIA: Catherine Blin de Arruda Nóbrega Beltrão 1ª TESOUREIRA: Maria Tinoco Plata2ª TESOUREIRA: Dezi Tinoco Gaertner
DIRETOR DE PESQUISA: Jorge Belizário de Medeiros MariaDIRETORA DE ENSINO: Vanessa Maria da Costa Rodrigues Francisco
CONSELHO FISCAL
EfetivosJulio Cezar Vaz da Silva, Cláudia de Carvalho Falci Bezerra e Marlene de Carvalho Falci Bezerra
SuplentesJoão Carlos de Oliveira Gomes e Vitor Manuel Rodrigues do Nascimento
CONSELHO CONSULTIVO
Giselle Manes da Silva, Rondon Mamede Fatá, Vera Lúcia Lopes de Medeiros Maria, Ana Maria do Nascimento Veltri, Viviane Maria da Costa Rodrigues Francisco e Thais Galvão da Silva
IMPORTANTE - SE NÃO DESEJAR MAIS RECEBER ESSE BOLETIM, FAVOR INFORMAR AO CBA ON-LINE PELO E-MAIL secretario1@cbarqueol.org.br
Utilidade Pública - Lei 910, de 04/02/1966.
Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara
Reg. Nº. 01, em 13/12/1968, no Conselho Federal de Cultura.
CBA ON-LINE
Informativo Nº. 001 - Rio de Janeiro, 21/09/2009.
EDITORIAL
Cada dia mais se intensifica o uso dos recursos da internet na comunicação. Consoante essa realidade, o Centro Brasileiro de Arqueologia resolveu lançar mais um veículo de informação institucional, o seu boletim on-line que vem se somar ao tradicional CBA Noticias e ao site.
A diretoria do CBA disponibiliza o primeiro numero do Informativo, neste dia vinte e um de setembro, não por ser um dia emblemático para a arqueologia nacional e para o CBA - fundado justamente em um dia vinte e um, em novembro de 1961.
No momento em que a bela e histórica Belém do Pará recebe o XV Congresso de Arqueologia da SAB, o Informativo do CBA On-line, ao mesmo tempo em que confraterniza com os congressistas, deseja um evento de pleno sucesso.
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XV CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA
"Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais"
20 a 23 de Setembro de 2009 Belém/PA - Centro de Convenções do Hotel Sagres
Informações: 55 (91) 3249 2635 / 55 (91) 8115 8497 - http://www.blogger.com/
Fonte: http://www.blogger.com/
CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL
O CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL é um órgão do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo localizado em Piraju, Estado de São Paulo. Idealizado pela arqueóloga Luciana Pallestrini, suas raízes remontam os anos 1960, quando a equipe de arqueologia do Museu Paulista da Universidade de São Paulo iniciou suas atividades no trecho médiosuperior da bacia do rio Paranapanema. Naquela ocasião foram abertas algumas frentes de escavação arqueológica nos municípios de Itapeva, Piraju e Campina do Monte Alegre (então distrito do Município de Angatuba). O que sinalizou e tornou realidade a implantação deste CENTRO foi a necessidade de se criar uma base operacional que apoiasse as atividades de campo e de laboratório executadas pela equipe de arqueologia na região do Paranapanema. No entanto, a melhor justificativa para tal empreendimento certamente foi o significativo potencial arqueológico da área; isto havia exigido, ainda em 1968, a organização daquele que é o mais antigo programa acadêmico de pesquisas arqueológicas do Estado de São Paulo, o PROJETO PARANAPANEMA. De fato, os vínculos entre o centro e o programa acadêmico têm sido inalienáveis e isto se explica por uma relação de permanente reciprocidade: o CENTRO REGIONAL é produto do PROJETO PARANAPANEMA e, na prática, a permanência de ambos tem sido garantida pelo mútuo envolvimento em objetivos convergentes.
Leia mais: Piraju - http://projetoportoseguro-piraju.blogspot.com/
NOVO CANAL DE TELEVISÃO PORTUGUESA DEDICADO À ARQUEOLOGIA: WEBTV
Fruto de uma parceria entre o Centro Europeu de Investigação CEIPHAR e a empresa Benefits & Profits e com sede no Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, o novo canal permitirá consultas de arquivos de vídeos e artigos, relacionados com os projetes de investigação e museologia arqueológica coordenados pelo Instituto Politécnico de Tomar (IPT), para além das emissões diretas.
As emissões diretas tiveram o seu início na quinta-feira, cinco de março as 9h, com as Jornadas de Arqueologia Ibero-Americana, que assim podem ser seguidas por todos os interessados.
Com correspondentes em mais de 15 países, o canal de televisão oferecerá reportagens sobre os projetos do IPT, do Museu, do Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR) e do conjunto das equipas articuladas no Grupo de Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (FCT), na Europa (Portugal, Espanha, Itália, Grécia), América do Sul (Brasil, Colômbia) e África (Senegal, Angola).
Leia mais: http://www.arqueomacao.tv/
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SAMABAQUIS DE CUBATÃO SÃO DESTAQUE NO CONGRESSO DE ARQUEOLOGIA DE BELÉM DO PARÁ
Estudando a pré-história, o arqueólogo Manoel Gonzalez trouxe à tona uma tese que pode mudar completamente a visão do passado: segundo ele, Cubatão teria sido o berço da ocupação humana na Baixada Santista. Uma das linhas que ajudariam a preservar o patrimônio cultural da cidade é um plano de estudo e pesquisa dos sambaquis. E esse vai ser um dos temas defendidos por ele no XV Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira. O evento, que reúne as principais autoridades e especialistas no assunto, acontece em Belém, no Pará, de 20 a 23 de setembro.
Gonzalez apresentará à comunidade científica um plano de manejo elaborado para estudo e pesquisa dos sambaquis, de maneira que essa atividade venha a preservar os sítios históricos e pré-históricos de Cubatão. Os sambaquis são montanhas de conchas onde estão depositados alimentos e objetos que reconstroem a ocupação humana. “Junto dessas montanhas há adornos, dentes, machados de pedra e até peças de pedra no formato de animais”, garante o arqueólogo. Importante dizer que já foram identificados nove sambaquis no município: dois no Parque Cotia - Pará, um no Vale Verde, cinco dentro da Usiminas e um no braço do Rio Quilombo.
Gonzalez defende criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará
Os estudos de Gonzalez resultaram em ações mais efetivas, como a criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará. O projeto, elaborado pela Secretaria de Cultura e Turismo, está em tramitação na Prefeitura. Tem o apoio da Faculdade de Arqueologia da Universidade de São Paulo (USP). Os planos de Manoel Gonzalez incluem, ainda, as escavações do Sambaqui Cotia - Pará 2, além da tentativa de preservação e restauro da Vila Fabril. “A geração do presente não pode interromper este legado às gerações futuras. Há de se valorizar e proteger este recurso cultural finito, que são os patrimônios culturais”.
Congresso – Com o tema "Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais", o congresso discute o compromisso social do arqueólogo e a socialização da produção do conhecimento. Isso implica em debater também o acesso aos bens arqueológicos e ao conhecimento produzido sobre eles, além das estratégias de proteção e preservação. A intenção é ampliar o debate sobre o que deve ser preservado, como e por quê. Mais informações sobre o congresso no site http://www.blogger.com/
Com base no texto original de: Morgana Monteiro
SOCIEDADE PARAIBANA DE ARQUEOLOGIA - SPA
O Boletim Informativo da SPA, de publicação mensal, reúne artigos e textos sobre as ações arqueológicas ocorridas durante o mês em toda a Paraíba. Ele possui uma grande importância documental, registrando eventos, ações e pesquisas desde a criação da SPA, em dezembro de 2006. Por este motivo, o público leitor desta publicação é vasto, indo desde aficionados por arqueologia geral e da Paraíba, até profissionais da área, que em grande medida podem compreender como os testemunhos arqueológicos pré-históricos são distribuídos no Estado da Paraíba, a partir de seus achados, já que apenas nos últimos anos é que a arqueologia paraibana tem sido objeto de estudo.
Acessem os Boletins 01 a 38 pelo site do Museu de História Natural da Universidade Estadual da Paraíba.
O Museu de História Natural da UEPB foi criado para ser um espaço interativo e permanente de produção, divulgação e popularização do conhecimento. É objetivo do MHN apresentar para a comunidade o acervo arqueológico, paleontológico, faunístico, florístico, espeleológico e geológico da região de Campina Grande e região, bem como pesquisar sobre as evidências da cultura material, como também o material faunístico, florístico, geológico e fossilífero do estado da Paraíba. Seções do MHN: arqueologia, paleontologia, espeleologia, geologia, fauna e flora.
Endereço da SPA - Largo do Açude Novo, Centro, Campina Grande-PB.
MUSEU DE ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICO
Após a descoberta de vestígios de um naufrágio na praia dos Ingleses, em Florianópolis/Santa Catarina, um grupo de mergulhadores preocupados com os saques nos sítios arqueológicos submersos da costa brasileira, decidiu formar uma ONG com o objetivo de pesquisar, resgatar e preservar tais locais. Assim, um projeto pioneiro no Brasil foi criado, recebendo apoio do Governo do Estado de Santa Catarina em março de 2004, quando foi inaugurada a base de operações e Centro de Visitação PAS na praia dos Ingleses, possibilitando que o público tenha um contato direto com os trabalhos de pesquisa desta embarcação soçobrada próxima a praia.
Os bens culturais que compõem o núcleo inicial do museu são oriundos do resgate arqueológico de uma embarcação provavelmente espanhola, soçobrada entre o final do século XVII e o início do século XVIII, na praia dos Ingleses, canto direito (Costão Sul), na cidade de Florianópolis, Santa Catarina.
Em 1989, objetos de cerâmica semi-enterrados no leito marinho foram localizados por Alexandre Viana na Praia dos Ingleses, enquanto praticava pesca submarina. Mais tarde, estes objetos foram identificados como sendo “botijas peruleiras” de origem espanhola. Assim, surgiram os indícios que apontavam para a existência do naufrágio de uma embarcação procedente da Europa.
Em 2001, os pesquisadores Alexandre Viana, Marcelo Lebarbenchon Moura e Narbal de Souza Corrêa iniciaram estudos para realizar a exploração deste sítio arqueológico.
Com a autorização da Marinha do Brasil, começaram as buscas no sítio através de técnicas arqueológicas. Desde então, os trabalhos têm sido reconhecidos como o melhor da área no Brasil, inclusive por técnicos da própria Marinha.
LOCALIZAÇÃO:
No canto direito da praia dos Ingleses, na Marina.
Horários de funcionamento: de Segunda a Sexta - de 10:00 até 17:00 horasFecha para almoço: 12h às 14h. Sábado abre das 10h às 12h
CRÉDITOS:
http://www.pdic.com.br/pdic2005/letreiro/dn_114.asp
VILA DA RAINHA PODERÁ SER PARQUE ARQUEOLÓGICO
A construção de uma represa na divisa do RJ com o ES levou à descoberta de um importante sítio arqueológico. A barragem foi desviada para salvar o sítio que foi estudado por pesquisadores do Museu Nacional, segundo eles, no local das ruínas de um cais construído por Pero de Góis, donatário de capitania, que, em 1536, tentou implantar ali uma colônia com base na cana de açúcar. Com escassos recursos humanos e materiais, Góis percebeu ser o local interessante por ter muita água e mata para fornecer lenha. Os indígenas foram usados como mão de obra apesar das dificuldades de adaptação. Uma viagem de Pero a Portugal botou tudo a perder. Um aventureiro se aproveitou, invadiu a área, matou índios, aprisionou o cacique, o que resultou em guerra contra os colonos. Ao voltar da viagem, Pero de Góis encontrou seu projeto de colonização arrasado com os nativos lutando contra os colonos. Restou para a história o que ele havia construído e foi agora descoberto por acaso. Maria Dulce Gaspar, do Museu Nacional, defende a implantação de um Parque Arqueológico no local. (Redação do CBA ON-LINE baseado no Jornal "O GLOBO", Texto de Carlos Albuquerque, 19 de setembro de 2009).
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Fundado em 21 de novembro de 1961, o Centro Brasileiro de Arqueologia tem por objetivos congregar estudiosos em Arqueologia, Pré-história e Ciências afins que pretendam desenvolver seus conhecimentos nas mencionadas áreas; promover a realização de cursos especializados referentes aos diversos campos da Arqueologia e Ciências Correlatas, principalmente com relação à Antropologia Biocultural, Ecologia Humana, Paleoecologia Humana e ao Meio Ambiente; realizar estudos, debates, seminários, projetos culturais, encontros etc., nos campos de ensino e pesquisa mencionados, visando realizar levantamentos e pesquisas arqueológicas devidamente autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN em conformidade com a Lei Federal 3924 de 26 de julho de 1961.
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 351 – parte – Niterói/RJ - CEP 24.030-060.
(instalações do DRM-RJ)
Plantão semanal-terça-feira de 10h às 16h
Reuniões de diretoria: 21 de setembro, 19 de outubro, 23 de novembro e 21 de dezembro - de 10h até 12h
Site: http://www.cbarqueol.org.br/E-mail: http://www.blogger.com/
Datas comemorativas do CBA:
26 de julho: dia do arqueólogo e 21 de novembro: aniversário do CBA
MEMBROS DA DIRETORIA (Eleita para o triênio 2009 / 2012):
DIRETORIA EXECUTIVA
PRESIDENTE: Juan Álvaro Christian Barrientos NavarroVICE-PRESIDENTE: Luiz Octávio de Castro Cunha1º SECRETÁRIO: Benedicto Humberto Rodrigues Francisco2º SECRETÁRIA: Catherine Blin de Arruda Nóbrega Beltrão 1ª TESOUREIRA: Maria Tinoco Plata2ª TESOUREIRA: Dezi Tinoco Gaertner
DIRETOR DE PESQUISA: Jorge Belizário de Medeiros MariaDIRETORA DE ENSINO: Vanessa Maria da Costa Rodrigues Francisco
CONSELHO FISCAL
EfetivosJulio Cezar Vaz da Silva, Cláudia de Carvalho Falci Bezerra e Marlene de Carvalho Falci Bezerra
SuplentesJoão Carlos de Oliveira Gomes e Vitor Manuel Rodrigues do Nascimento
CONSELHO CONSULTIVO
Giselle Manes da Silva, Rondon Mamede Fatá, Vera Lúcia Lopes de Medeiros Maria, Ana Maria do Nascimento Veltri, Viviane Maria da Costa Rodrigues Francisco e Thais Galvão da Silva
IMPORTANTE - SE NÃO DESEJAR MAIS RECEBER ESSE BOLETIM, FAVOR INFORMAR AO CBA ON-LINE PELO E-MAIL secretario1@cbarqueol.org.br
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