domingo, 28 de fevereiro de 2010
Terremotos e Tsunamis
Terremotos e tsunamis
Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas da crosta. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas. Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os sismos induzidos usados inclusive em pesquisas geofísicas.
As maiorias dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza sobre a astenosfera podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra gerando energia que vai ser liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra.
Existem também sismos que são vinculados à ação antrópica. Originam-se de explosões, extração de minérios, experimentos nucleares etc., mas apresentam magnitudes bastante inferiores.
Além de efeitos prejudiciais ao homem como ferimentos, morte, prejuízos financeiros e sociais, desabamento de construções etc os terremotos podem causar mudanças drásticas até na rotação do planeta. As regiões mais sujeitas a terremotos são regiões próximas às placas tectônicas como o oeste da América do Sul onde está a placa de Nazca e a placa Sul-Americana; e nas regiões em que se formam novas placas.
A escala mais usada para medir a grandeza dos terremotos é a do pesquisador Charles Francis Richter. Sua escala varia de 0 a 9 graus e calcula a energia liberada pelos tremores. Outra escala muito usada é a Mercalli-Sieberg, que mede os terremotos pela extensão dos danos. Essa escala se divide em 12 categorias de acordo com sua intensidade.
Como conseqüências dos abalos sísmicos formam-se nos mares ondas gigantes denominadas tsunami. Elas são altamente destruidoras quando chegam ao litoral com ondas gigantescas que podem invadir cidades e povoados.
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/terremotos.htm
Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas da crosta. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas. Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os sismos induzidos usados inclusive em pesquisas geofísicas.
As maiorias dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza sobre a astenosfera podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra gerando energia que vai ser liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra.
Existem também sismos que são vinculados à ação antrópica. Originam-se de explosões, extração de minérios, experimentos nucleares etc., mas apresentam magnitudes bastante inferiores.
Além de efeitos prejudiciais ao homem como ferimentos, morte, prejuízos financeiros e sociais, desabamento de construções etc os terremotos podem causar mudanças drásticas até na rotação do planeta. As regiões mais sujeitas a terremotos são regiões próximas às placas tectônicas como o oeste da América do Sul onde está a placa de Nazca e a placa Sul-Americana; e nas regiões em que se formam novas placas.
A escala mais usada para medir a grandeza dos terremotos é a do pesquisador Charles Francis Richter. Sua escala varia de 0 a 9 graus e calcula a energia liberada pelos tremores. Outra escala muito usada é a Mercalli-Sieberg, que mede os terremotos pela extensão dos danos. Essa escala se divide em 12 categorias de acordo com sua intensidade.
Como conseqüências dos abalos sísmicos formam-se nos mares ondas gigantes denominadas tsunami. Elas são altamente destruidoras quando chegam ao litoral com ondas gigantescas que podem invadir cidades e povoados.
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/terremotos.htm
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
CBA ONLINE 01
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Utilidade Pública - Lei 910, de 04/02/1966.
Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara
Reg. Nº. 01, em 13/12/1968, no Conselho Federal de Cultura.
CBA ON-LINE
Informativo Nº. 001 - Rio de Janeiro, 21/09/2009.
EDITORIAL
Cada dia mais se intensifica o uso dos recursos da internet na comunicação. Consoante essa realidade, o Centro Brasileiro de Arqueologia resolveu lançar mais um veículo de informação institucional, o seu boletim on-line que vem se somar ao tradicional CBA Noticias e ao site.
A diretoria do CBA disponibiliza o primeiro numero do Informativo, neste dia vinte e um de setembro, não por ser um dia emblemático para a arqueologia nacional e para o CBA - fundado justamente em um dia vinte e um, em novembro de 1961.
No momento em que a bela e histórica Belém do Pará recebe o XV Congresso de Arqueologia da SAB, o Informativo do CBA On-line, ao mesmo tempo em que confraterniza com os congressistas, deseja um evento de pleno sucesso.
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XV CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA
"Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais"
20 a 23 de Setembro de 2009 Belém/PA - Centro de Convenções do Hotel Sagres
Informações: 55 (91) 3249 2635 / 55 (91) 8115 8497 - http://www.blogger.com/
Fonte: http://www.blogger.com/
CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL
O CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL é um órgão do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo localizado em Piraju, Estado de São Paulo. Idealizado pela arqueóloga Luciana Pallestrini, suas raízes remontam os anos 1960, quando a equipe de arqueologia do Museu Paulista da Universidade de São Paulo iniciou suas atividades no trecho médiosuperior da bacia do rio Paranapanema. Naquela ocasião foram abertas algumas frentes de escavação arqueológica nos municípios de Itapeva, Piraju e Campina do Monte Alegre (então distrito do Município de Angatuba). O que sinalizou e tornou realidade a implantação deste CENTRO foi a necessidade de se criar uma base operacional que apoiasse as atividades de campo e de laboratório executadas pela equipe de arqueologia na região do Paranapanema. No entanto, a melhor justificativa para tal empreendimento certamente foi o significativo potencial arqueológico da área; isto havia exigido, ainda em 1968, a organização daquele que é o mais antigo programa acadêmico de pesquisas arqueológicas do Estado de São Paulo, o PROJETO PARANAPANEMA. De fato, os vínculos entre o centro e o programa acadêmico têm sido inalienáveis e isto se explica por uma relação de permanente reciprocidade: o CENTRO REGIONAL é produto do PROJETO PARANAPANEMA e, na prática, a permanência de ambos tem sido garantida pelo mútuo envolvimento em objetivos convergentes.
Leia mais: Piraju - http://projetoportoseguro-piraju.blogspot.com/
NOVO CANAL DE TELEVISÃO PORTUGUESA DEDICADO À ARQUEOLOGIA: WEBTV
Fruto de uma parceria entre o Centro Europeu de Investigação CEIPHAR e a empresa Benefits & Profits e com sede no Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, o novo canal permitirá consultas de arquivos de vídeos e artigos, relacionados com os projetes de investigação e museologia arqueológica coordenados pelo Instituto Politécnico de Tomar (IPT), para além das emissões diretas.
As emissões diretas tiveram o seu início na quinta-feira, cinco de março as 9h, com as Jornadas de Arqueologia Ibero-Americana, que assim podem ser seguidas por todos os interessados.
Com correspondentes em mais de 15 países, o canal de televisão oferecerá reportagens sobre os projetos do IPT, do Museu, do Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR) e do conjunto das equipas articuladas no Grupo de Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (FCT), na Europa (Portugal, Espanha, Itália, Grécia), América do Sul (Brasil, Colômbia) e África (Senegal, Angola).
Leia mais: http://www.arqueomacao.tv/
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SAMABAQUIS DE CUBATÃO SÃO DESTAQUE NO CONGRESSO DE ARQUEOLOGIA DE BELÉM DO PARÁ
Estudando a pré-história, o arqueólogo Manoel Gonzalez trouxe à tona uma tese que pode mudar completamente a visão do passado: segundo ele, Cubatão teria sido o berço da ocupação humana na Baixada Santista. Uma das linhas que ajudariam a preservar o patrimônio cultural da cidade é um plano de estudo e pesquisa dos sambaquis. E esse vai ser um dos temas defendidos por ele no XV Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira. O evento, que reúne as principais autoridades e especialistas no assunto, acontece em Belém, no Pará, de 20 a 23 de setembro.
Gonzalez apresentará à comunidade científica um plano de manejo elaborado para estudo e pesquisa dos sambaquis, de maneira que essa atividade venha a preservar os sítios históricos e pré-históricos de Cubatão. Os sambaquis são montanhas de conchas onde estão depositados alimentos e objetos que reconstroem a ocupação humana. “Junto dessas montanhas há adornos, dentes, machados de pedra e até peças de pedra no formato de animais”, garante o arqueólogo. Importante dizer que já foram identificados nove sambaquis no município: dois no Parque Cotia - Pará, um no Vale Verde, cinco dentro da Usiminas e um no braço do Rio Quilombo.
Gonzalez defende criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará
Os estudos de Gonzalez resultaram em ações mais efetivas, como a criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará. O projeto, elaborado pela Secretaria de Cultura e Turismo, está em tramitação na Prefeitura. Tem o apoio da Faculdade de Arqueologia da Universidade de São Paulo (USP). Os planos de Manoel Gonzalez incluem, ainda, as escavações do Sambaqui Cotia - Pará 2, além da tentativa de preservação e restauro da Vila Fabril. “A geração do presente não pode interromper este legado às gerações futuras. Há de se valorizar e proteger este recurso cultural finito, que são os patrimônios culturais”.
Congresso – Com o tema "Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais", o congresso discute o compromisso social do arqueólogo e a socialização da produção do conhecimento. Isso implica em debater também o acesso aos bens arqueológicos e ao conhecimento produzido sobre eles, além das estratégias de proteção e preservação. A intenção é ampliar o debate sobre o que deve ser preservado, como e por quê. Mais informações sobre o congresso no site http://www.blogger.com/
Com base no texto original de: Morgana Monteiro
SOCIEDADE PARAIBANA DE ARQUEOLOGIA - SPA
O Boletim Informativo da SPA, de publicação mensal, reúne artigos e textos sobre as ações arqueológicas ocorridas durante o mês em toda a Paraíba. Ele possui uma grande importância documental, registrando eventos, ações e pesquisas desde a criação da SPA, em dezembro de 2006. Por este motivo, o público leitor desta publicação é vasto, indo desde aficionados por arqueologia geral e da Paraíba, até profissionais da área, que em grande medida podem compreender como os testemunhos arqueológicos pré-históricos são distribuídos no Estado da Paraíba, a partir de seus achados, já que apenas nos últimos anos é que a arqueologia paraibana tem sido objeto de estudo.
Acessem os Boletins 01 a 38 pelo site do Museu de História Natural da Universidade Estadual da Paraíba.
O Museu de História Natural da UEPB foi criado para ser um espaço interativo e permanente de produção, divulgação e popularização do conhecimento. É objetivo do MHN apresentar para a comunidade o acervo arqueológico, paleontológico, faunístico, florístico, espeleológico e geológico da região de Campina Grande e região, bem como pesquisar sobre as evidências da cultura material, como também o material faunístico, florístico, geológico e fossilífero do estado da Paraíba. Seções do MHN: arqueologia, paleontologia, espeleologia, geologia, fauna e flora.
Endereço da SPA - Largo do Açude Novo, Centro, Campina Grande-PB.
MUSEU DE ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICO
Após a descoberta de vestígios de um naufrágio na praia dos Ingleses, em Florianópolis/Santa Catarina, um grupo de mergulhadores preocupados com os saques nos sítios arqueológicos submersos da costa brasileira, decidiu formar uma ONG com o objetivo de pesquisar, resgatar e preservar tais locais. Assim, um projeto pioneiro no Brasil foi criado, recebendo apoio do Governo do Estado de Santa Catarina em março de 2004, quando foi inaugurada a base de operações e Centro de Visitação PAS na praia dos Ingleses, possibilitando que o público tenha um contato direto com os trabalhos de pesquisa desta embarcação soçobrada próxima a praia.
Os bens culturais que compõem o núcleo inicial do museu são oriundos do resgate arqueológico de uma embarcação provavelmente espanhola, soçobrada entre o final do século XVII e o início do século XVIII, na praia dos Ingleses, canto direito (Costão Sul), na cidade de Florianópolis, Santa Catarina.
Em 1989, objetos de cerâmica semi-enterrados no leito marinho foram localizados por Alexandre Viana na Praia dos Ingleses, enquanto praticava pesca submarina. Mais tarde, estes objetos foram identificados como sendo “botijas peruleiras” de origem espanhola. Assim, surgiram os indícios que apontavam para a existência do naufrágio de uma embarcação procedente da Europa.
Em 2001, os pesquisadores Alexandre Viana, Marcelo Lebarbenchon Moura e Narbal de Souza Corrêa iniciaram estudos para realizar a exploração deste sítio arqueológico.
Com a autorização da Marinha do Brasil, começaram as buscas no sítio através de técnicas arqueológicas. Desde então, os trabalhos têm sido reconhecidos como o melhor da área no Brasil, inclusive por técnicos da própria Marinha.
LOCALIZAÇÃO:
No canto direito da praia dos Ingleses, na Marina.
Horários de funcionamento: de Segunda a Sexta - de 10:00 até 17:00 horasFecha para almoço: 12h às 14h. Sábado abre das 10h às 12h
CRÉDITOS:
http://www.pdic.com.br/pdic2005/letreiro/dn_114.asp
VILA DA RAINHA PODERÁ SER PARQUE ARQUEOLÓGICO
A construção de uma represa na divisa do RJ com o ES levou à descoberta de um importante sítio arqueológico. A barragem foi desviada para salvar o sítio que foi estudado por pesquisadores do Museu Nacional, segundo eles, no local das ruínas de um cais construído por Pero de Góis, donatário de capitania, que, em 1536, tentou implantar ali uma colônia com base na cana de açúcar. Com escassos recursos humanos e materiais, Góis percebeu ser o local interessante por ter muita água e mata para fornecer lenha. Os indígenas foram usados como mão de obra apesar das dificuldades de adaptação. Uma viagem de Pero a Portugal botou tudo a perder. Um aventureiro se aproveitou, invadiu a área, matou índios, aprisionou o cacique, o que resultou em guerra contra os colonos. Ao voltar da viagem, Pero de Góis encontrou seu projeto de colonização arrasado com os nativos lutando contra os colonos. Restou para a história o que ele havia construído e foi agora descoberto por acaso. Maria Dulce Gaspar, do Museu Nacional, defende a implantação de um Parque Arqueológico no local. (Redação do CBA ON-LINE baseado no Jornal "O GLOBO", Texto de Carlos Albuquerque, 19 de setembro de 2009).
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Fundado em 21 de novembro de 1961, o Centro Brasileiro de Arqueologia tem por objetivos congregar estudiosos em Arqueologia, Pré-história e Ciências afins que pretendam desenvolver seus conhecimentos nas mencionadas áreas; promover a realização de cursos especializados referentes aos diversos campos da Arqueologia e Ciências Correlatas, principalmente com relação à Antropologia Biocultural, Ecologia Humana, Paleoecologia Humana e ao Meio Ambiente; realizar estudos, debates, seminários, projetos culturais, encontros etc., nos campos de ensino e pesquisa mencionados, visando realizar levantamentos e pesquisas arqueológicas devidamente autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN em conformidade com a Lei Federal 3924 de 26 de julho de 1961.
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 351 – parte – Niterói/RJ - CEP 24.030-060.
(instalações do DRM-RJ)
Plantão semanal-terça-feira de 10h às 16h
Reuniões de diretoria: 21 de setembro, 19 de outubro, 23 de novembro e 21 de dezembro - de 10h até 12h
Site: http://www.cbarqueol.org.br/E-mail: http://www.blogger.com/
Datas comemorativas do CBA:
26 de julho: dia do arqueólogo e 21 de novembro: aniversário do CBA
MEMBROS DA DIRETORIA (Eleita para o triênio 2009 / 2012):
DIRETORIA EXECUTIVA
PRESIDENTE: Juan Álvaro Christian Barrientos NavarroVICE-PRESIDENTE: Luiz Octávio de Castro Cunha1º SECRETÁRIO: Benedicto Humberto Rodrigues Francisco2º SECRETÁRIA: Catherine Blin de Arruda Nóbrega Beltrão 1ª TESOUREIRA: Maria Tinoco Plata2ª TESOUREIRA: Dezi Tinoco Gaertner
DIRETOR DE PESQUISA: Jorge Belizário de Medeiros MariaDIRETORA DE ENSINO: Vanessa Maria da Costa Rodrigues Francisco
CONSELHO FISCAL
EfetivosJulio Cezar Vaz da Silva, Cláudia de Carvalho Falci Bezerra e Marlene de Carvalho Falci Bezerra
SuplentesJoão Carlos de Oliveira Gomes e Vitor Manuel Rodrigues do Nascimento
CONSELHO CONSULTIVO
Giselle Manes da Silva, Rondon Mamede Fatá, Vera Lúcia Lopes de Medeiros Maria, Ana Maria do Nascimento Veltri, Viviane Maria da Costa Rodrigues Francisco e Thais Galvão da Silva
IMPORTANTE - SE NÃO DESEJAR MAIS RECEBER ESSE BOLETIM, FAVOR INFORMAR AO CBA ON-LINE PELO E-MAIL secretario1@cbarqueol.org.br
Utilidade Pública - Lei 910, de 04/02/1966.
Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara
Reg. Nº. 01, em 13/12/1968, no Conselho Federal de Cultura.
CBA ON-LINE
Informativo Nº. 001 - Rio de Janeiro, 21/09/2009.
EDITORIAL
Cada dia mais se intensifica o uso dos recursos da internet na comunicação. Consoante essa realidade, o Centro Brasileiro de Arqueologia resolveu lançar mais um veículo de informação institucional, o seu boletim on-line que vem se somar ao tradicional CBA Noticias e ao site.
A diretoria do CBA disponibiliza o primeiro numero do Informativo, neste dia vinte e um de setembro, não por ser um dia emblemático para a arqueologia nacional e para o CBA - fundado justamente em um dia vinte e um, em novembro de 1961.
No momento em que a bela e histórica Belém do Pará recebe o XV Congresso de Arqueologia da SAB, o Informativo do CBA On-line, ao mesmo tempo em que confraterniza com os congressistas, deseja um evento de pleno sucesso.
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XV CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA
"Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais"
20 a 23 de Setembro de 2009 Belém/PA - Centro de Convenções do Hotel Sagres
Informações: 55 (91) 3249 2635 / 55 (91) 8115 8497 - http://www.blogger.com/
Fonte: http://www.blogger.com/
CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL
O CENTRO DE ARQUEOLOGIA AMBIENTAL é um órgão do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo localizado em Piraju, Estado de São Paulo. Idealizado pela arqueóloga Luciana Pallestrini, suas raízes remontam os anos 1960, quando a equipe de arqueologia do Museu Paulista da Universidade de São Paulo iniciou suas atividades no trecho médiosuperior da bacia do rio Paranapanema. Naquela ocasião foram abertas algumas frentes de escavação arqueológica nos municípios de Itapeva, Piraju e Campina do Monte Alegre (então distrito do Município de Angatuba). O que sinalizou e tornou realidade a implantação deste CENTRO foi a necessidade de se criar uma base operacional que apoiasse as atividades de campo e de laboratório executadas pela equipe de arqueologia na região do Paranapanema. No entanto, a melhor justificativa para tal empreendimento certamente foi o significativo potencial arqueológico da área; isto havia exigido, ainda em 1968, a organização daquele que é o mais antigo programa acadêmico de pesquisas arqueológicas do Estado de São Paulo, o PROJETO PARANAPANEMA. De fato, os vínculos entre o centro e o programa acadêmico têm sido inalienáveis e isto se explica por uma relação de permanente reciprocidade: o CENTRO REGIONAL é produto do PROJETO PARANAPANEMA e, na prática, a permanência de ambos tem sido garantida pelo mútuo envolvimento em objetivos convergentes.
Leia mais: Piraju - http://projetoportoseguro-piraju.blogspot.com/
NOVO CANAL DE TELEVISÃO PORTUGUESA DEDICADO À ARQUEOLOGIA: WEBTV
Fruto de uma parceria entre o Centro Europeu de Investigação CEIPHAR e a empresa Benefits & Profits e com sede no Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, o novo canal permitirá consultas de arquivos de vídeos e artigos, relacionados com os projetes de investigação e museologia arqueológica coordenados pelo Instituto Politécnico de Tomar (IPT), para além das emissões diretas.
As emissões diretas tiveram o seu início na quinta-feira, cinco de março as 9h, com as Jornadas de Arqueologia Ibero-Americana, que assim podem ser seguidas por todos os interessados.
Com correspondentes em mais de 15 países, o canal de televisão oferecerá reportagens sobre os projetos do IPT, do Museu, do Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR) e do conjunto das equipas articuladas no Grupo de Quaternário e Pré-História do Centro de Geociências (FCT), na Europa (Portugal, Espanha, Itália, Grécia), América do Sul (Brasil, Colômbia) e África (Senegal, Angola).
Leia mais: http://www.arqueomacao.tv/
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SAMABAQUIS DE CUBATÃO SÃO DESTAQUE NO CONGRESSO DE ARQUEOLOGIA DE BELÉM DO PARÁ
Estudando a pré-história, o arqueólogo Manoel Gonzalez trouxe à tona uma tese que pode mudar completamente a visão do passado: segundo ele, Cubatão teria sido o berço da ocupação humana na Baixada Santista. Uma das linhas que ajudariam a preservar o patrimônio cultural da cidade é um plano de estudo e pesquisa dos sambaquis. E esse vai ser um dos temas defendidos por ele no XV Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira. O evento, que reúne as principais autoridades e especialistas no assunto, acontece em Belém, no Pará, de 20 a 23 de setembro.
Gonzalez apresentará à comunidade científica um plano de manejo elaborado para estudo e pesquisa dos sambaquis, de maneira que essa atividade venha a preservar os sítios históricos e pré-históricos de Cubatão. Os sambaquis são montanhas de conchas onde estão depositados alimentos e objetos que reconstroem a ocupação humana. “Junto dessas montanhas há adornos, dentes, machados de pedra e até peças de pedra no formato de animais”, garante o arqueólogo. Importante dizer que já foram identificados nove sambaquis no município: dois no Parque Cotia - Pará, um no Vale Verde, cinco dentro da Usiminas e um no braço do Rio Quilombo.
Gonzalez defende criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará
Os estudos de Gonzalez resultaram em ações mais efetivas, como a criação do Parque Arqueológico Cotia-Pará. O projeto, elaborado pela Secretaria de Cultura e Turismo, está em tramitação na Prefeitura. Tem o apoio da Faculdade de Arqueologia da Universidade de São Paulo (USP). Os planos de Manoel Gonzalez incluem, ainda, as escavações do Sambaqui Cotia - Pará 2, além da tentativa de preservação e restauro da Vila Fabril. “A geração do presente não pode interromper este legado às gerações futuras. Há de se valorizar e proteger este recurso cultural finito, que são os patrimônios culturais”.
Congresso – Com o tema "Arqueologia e Compromisso Social: Construindo Arqueologias Multiculturais e Multivocais", o congresso discute o compromisso social do arqueólogo e a socialização da produção do conhecimento. Isso implica em debater também o acesso aos bens arqueológicos e ao conhecimento produzido sobre eles, além das estratégias de proteção e preservação. A intenção é ampliar o debate sobre o que deve ser preservado, como e por quê. Mais informações sobre o congresso no site http://www.blogger.com/
Com base no texto original de: Morgana Monteiro
SOCIEDADE PARAIBANA DE ARQUEOLOGIA - SPA
O Boletim Informativo da SPA, de publicação mensal, reúne artigos e textos sobre as ações arqueológicas ocorridas durante o mês em toda a Paraíba. Ele possui uma grande importância documental, registrando eventos, ações e pesquisas desde a criação da SPA, em dezembro de 2006. Por este motivo, o público leitor desta publicação é vasto, indo desde aficionados por arqueologia geral e da Paraíba, até profissionais da área, que em grande medida podem compreender como os testemunhos arqueológicos pré-históricos são distribuídos no Estado da Paraíba, a partir de seus achados, já que apenas nos últimos anos é que a arqueologia paraibana tem sido objeto de estudo.
Acessem os Boletins 01 a 38 pelo site do Museu de História Natural da Universidade Estadual da Paraíba.
O Museu de História Natural da UEPB foi criado para ser um espaço interativo e permanente de produção, divulgação e popularização do conhecimento. É objetivo do MHN apresentar para a comunidade o acervo arqueológico, paleontológico, faunístico, florístico, espeleológico e geológico da região de Campina Grande e região, bem como pesquisar sobre as evidências da cultura material, como também o material faunístico, florístico, geológico e fossilífero do estado da Paraíba. Seções do MHN: arqueologia, paleontologia, espeleologia, geologia, fauna e flora.
Endereço da SPA - Largo do Açude Novo, Centro, Campina Grande-PB.
MUSEU DE ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICO
Após a descoberta de vestígios de um naufrágio na praia dos Ingleses, em Florianópolis/Santa Catarina, um grupo de mergulhadores preocupados com os saques nos sítios arqueológicos submersos da costa brasileira, decidiu formar uma ONG com o objetivo de pesquisar, resgatar e preservar tais locais. Assim, um projeto pioneiro no Brasil foi criado, recebendo apoio do Governo do Estado de Santa Catarina em março de 2004, quando foi inaugurada a base de operações e Centro de Visitação PAS na praia dos Ingleses, possibilitando que o público tenha um contato direto com os trabalhos de pesquisa desta embarcação soçobrada próxima a praia.
Os bens culturais que compõem o núcleo inicial do museu são oriundos do resgate arqueológico de uma embarcação provavelmente espanhola, soçobrada entre o final do século XVII e o início do século XVIII, na praia dos Ingleses, canto direito (Costão Sul), na cidade de Florianópolis, Santa Catarina.
Em 1989, objetos de cerâmica semi-enterrados no leito marinho foram localizados por Alexandre Viana na Praia dos Ingleses, enquanto praticava pesca submarina. Mais tarde, estes objetos foram identificados como sendo “botijas peruleiras” de origem espanhola. Assim, surgiram os indícios que apontavam para a existência do naufrágio de uma embarcação procedente da Europa.
Em 2001, os pesquisadores Alexandre Viana, Marcelo Lebarbenchon Moura e Narbal de Souza Corrêa iniciaram estudos para realizar a exploração deste sítio arqueológico.
Com a autorização da Marinha do Brasil, começaram as buscas no sítio através de técnicas arqueológicas. Desde então, os trabalhos têm sido reconhecidos como o melhor da área no Brasil, inclusive por técnicos da própria Marinha.
LOCALIZAÇÃO:
No canto direito da praia dos Ingleses, na Marina.
Horários de funcionamento: de Segunda a Sexta - de 10:00 até 17:00 horasFecha para almoço: 12h às 14h. Sábado abre das 10h às 12h
CRÉDITOS:
http://www.pdic.com.br/pdic2005/letreiro/dn_114.asp
VILA DA RAINHA PODERÁ SER PARQUE ARQUEOLÓGICO
A construção de uma represa na divisa do RJ com o ES levou à descoberta de um importante sítio arqueológico. A barragem foi desviada para salvar o sítio que foi estudado por pesquisadores do Museu Nacional, segundo eles, no local das ruínas de um cais construído por Pero de Góis, donatário de capitania, que, em 1536, tentou implantar ali uma colônia com base na cana de açúcar. Com escassos recursos humanos e materiais, Góis percebeu ser o local interessante por ter muita água e mata para fornecer lenha. Os indígenas foram usados como mão de obra apesar das dificuldades de adaptação. Uma viagem de Pero a Portugal botou tudo a perder. Um aventureiro se aproveitou, invadiu a área, matou índios, aprisionou o cacique, o que resultou em guerra contra os colonos. Ao voltar da viagem, Pero de Góis encontrou seu projeto de colonização arrasado com os nativos lutando contra os colonos. Restou para a história o que ele havia construído e foi agora descoberto por acaso. Maria Dulce Gaspar, do Museu Nacional, defende a implantação de um Parque Arqueológico no local. (Redação do CBA ON-LINE baseado no Jornal "O GLOBO", Texto de Carlos Albuquerque, 19 de setembro de 2009).
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
Fundado em 21 de novembro de 1961, o Centro Brasileiro de Arqueologia tem por objetivos congregar estudiosos em Arqueologia, Pré-história e Ciências afins que pretendam desenvolver seus conhecimentos nas mencionadas áreas; promover a realização de cursos especializados referentes aos diversos campos da Arqueologia e Ciências Correlatas, principalmente com relação à Antropologia Biocultural, Ecologia Humana, Paleoecologia Humana e ao Meio Ambiente; realizar estudos, debates, seminários, projetos culturais, encontros etc., nos campos de ensino e pesquisa mencionados, visando realizar levantamentos e pesquisas arqueológicas devidamente autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN em conformidade com a Lei Federal 3924 de 26 de julho de 1961.
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 351 – parte – Niterói/RJ - CEP 24.030-060.
(instalações do DRM-RJ)
Plantão semanal-terça-feira de 10h às 16h
Reuniões de diretoria: 21 de setembro, 19 de outubro, 23 de novembro e 21 de dezembro - de 10h até 12h
Site: http://www.cbarqueol.org.br/E-mail: http://www.blogger.com/
Datas comemorativas do CBA:
26 de julho: dia do arqueólogo e 21 de novembro: aniversário do CBA
MEMBROS DA DIRETORIA (Eleita para o triênio 2009 / 2012):
DIRETORIA EXECUTIVA
PRESIDENTE: Juan Álvaro Christian Barrientos NavarroVICE-PRESIDENTE: Luiz Octávio de Castro Cunha1º SECRETÁRIO: Benedicto Humberto Rodrigues Francisco2º SECRETÁRIA: Catherine Blin de Arruda Nóbrega Beltrão 1ª TESOUREIRA: Maria Tinoco Plata2ª TESOUREIRA: Dezi Tinoco Gaertner
DIRETOR DE PESQUISA: Jorge Belizário de Medeiros MariaDIRETORA DE ENSINO: Vanessa Maria da Costa Rodrigues Francisco
CONSELHO FISCAL
EfetivosJulio Cezar Vaz da Silva, Cláudia de Carvalho Falci Bezerra e Marlene de Carvalho Falci Bezerra
SuplentesJoão Carlos de Oliveira Gomes e Vitor Manuel Rodrigues do Nascimento
CONSELHO CONSULTIVO
Giselle Manes da Silva, Rondon Mamede Fatá, Vera Lúcia Lopes de Medeiros Maria, Ana Maria do Nascimento Veltri, Viviane Maria da Costa Rodrigues Francisco e Thais Galvão da Silva
IMPORTANTE - SE NÃO DESEJAR MAIS RECEBER ESSE BOLETIM, FAVOR INFORMAR AO CBA ON-LINE PELO E-MAIL secretario1@cbarqueol.org.br
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Centro Brasileiro de Arqueologia.,
informativo
sábado, 11 de julho de 2009
Geologia e Sociedade
Diretoria de Atividades Técnicas, através das divisões técnicas de Recursos Minerais (DRM), Recursos Naturais Renováveis (DRNR) e de Engenharia do Ambiente (DEA) promoveu, no dia 29 de maio, a mesa redonda “Geologia e Sociedade”. Apresentaram palestras os geólogos Maria Hildes Goes, da UFRRJ, Benedicto Rodrigues, do CBA, e Rondom Mamede Fatá, do Cecierj e do CBA.
Segundor Benedicto Rodrigues, a geologia, desde tempos remotos, sempre foi de fundamental importância para a sociedade, pois quase todo material utilizado pela sociedade tem componentes proveniente do subsolo.
– O petróleo, por exemplo, desde sua descoberta não parou mais em sua escalada de utilização cada vez mais diversificada. O Brasil, cujas reservas de petróleo eram desconhecidas até meados dos anos 1950, com a criação da Petrobras em 1953, partiu firme para pesquisas em terra e depois na plataforma continental. Os resultados alcançados foram os melhores possíveis, levando à auto-suficiência no prazo previsto pelo geólogo Guilherme Estrella, diretor de Exploração e Produção da Petrobras. Consciente da importância da geologia para a sociedade, Estrella tem defendido a preservação do Parque Paleontológico de Itaboraí, antiga bacia-escola de geologia do Estado do Rio de Janeiro.
Maria Hilde de Barros Goes discorreu sobre gestão ambiental, mapeamento geológico de detalhe e manejo e uso do espaço geográfico de modo sustentado. Na exposição, a professora Maria Hilde abordou diversos projetos em andamento na UFRRJ.
– Com a abertura do novo curso de geografia na UFRRJ, os laços com a geologia se tornaram ainda mais estreitos, disse a professora, destacando também a importância do geoprocessamento na solução dos problemas ambientais da região de Itaguaí e Seropédica.O professor Rondon Mamede Fatá falou sobre descobertas e aplicações de materiais em geologia que às vezes passam despercebidos no dia-a-dia.
– Os alicerces de nossas casas são formados por rochas resistentes como granitos, sienitos, basaltos, entre outros. A montagem das estruturas das vigas, colunas e sapatas são de ferro proveniente do mineral hematita. Sem falar nas paredes, nas quais o mineral argila ou a rocha argilito são utilizados na composição dos tijolos, e na rocha calcário, utilizada para a formação do cimento, e na areia.
Segundor Benedicto Rodrigues, a geologia, desde tempos remotos, sempre foi de fundamental importância para a sociedade, pois quase todo material utilizado pela sociedade tem componentes proveniente do subsolo.
– O petróleo, por exemplo, desde sua descoberta não parou mais em sua escalada de utilização cada vez mais diversificada. O Brasil, cujas reservas de petróleo eram desconhecidas até meados dos anos 1950, com a criação da Petrobras em 1953, partiu firme para pesquisas em terra e depois na plataforma continental. Os resultados alcançados foram os melhores possíveis, levando à auto-suficiência no prazo previsto pelo geólogo Guilherme Estrella, diretor de Exploração e Produção da Petrobras. Consciente da importância da geologia para a sociedade, Estrella tem defendido a preservação do Parque Paleontológico de Itaboraí, antiga bacia-escola de geologia do Estado do Rio de Janeiro.
Maria Hilde de Barros Goes discorreu sobre gestão ambiental, mapeamento geológico de detalhe e manejo e uso do espaço geográfico de modo sustentado. Na exposição, a professora Maria Hilde abordou diversos projetos em andamento na UFRRJ.
– Com a abertura do novo curso de geografia na UFRRJ, os laços com a geologia se tornaram ainda mais estreitos, disse a professora, destacando também a importância do geoprocessamento na solução dos problemas ambientais da região de Itaguaí e Seropédica.O professor Rondon Mamede Fatá falou sobre descobertas e aplicações de materiais em geologia que às vezes passam despercebidos no dia-a-dia.
– Os alicerces de nossas casas são formados por rochas resistentes como granitos, sienitos, basaltos, entre outros. A montagem das estruturas das vigas, colunas e sapatas são de ferro proveniente do mineral hematita. Sem falar nas paredes, nas quais o mineral argila ou a rocha argilito são utilizados na composição dos tijolos, e na rocha calcário, utilizada para a formação do cimento, e na areia.
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sábado, 4 de julho de 2009
O famoso queijo da serra da Bocaina
O famoso "queijo da serra" de Bananal tem um sabor muito especial.Os apreciadores ao visitarem a cidade buscam os melhores queijos nos mercados. Originalmente o queijo minas vinha da serra da Bocaina para ser vendido na cidade.Atualmente o queijo é produzido artesanalmente em algumas fazendas e sítios do vale do Bananal mantendo a tradição de qualidade do famoso e saboroso queijo da serra. Ao passar por Bananal procure nas casas do ramo o verdadeiro queijo minas da serra da Bocaina.Mas exija do vendedor o legítimo queijo de Bananal.Não se deixe enganar.
Mais informações sobre o queijo da serra e outras delicias de Bananal com "Ditinho" Rodrigues (bene-francisco@bol.com.br)
Mais informações sobre o queijo da serra e outras delicias de Bananal com "Ditinho" Rodrigues (bene-francisco@bol.com.br)
domingo, 21 de junho de 2009
Arenitos de praia
Especialista debateu arenitos de praia do Estado do Rio de Janeiro
A Diretoria de Atividades Técnicas, através das divisões técnicas de Engenharia do Ambiente (DEA), de Recursos Naturais Renováveis (DRNR) e de Recursos Minerais (DRM), promoveu no dia 25 de setembro a palestra “os arenitos de praia do Estado do Rio de Janeiro”, proferida pelo geólogo Benedicto Humberto Rodrigues Francisco, secretário da DEA.Segundo o engenheiro, os arenitos de praia, uma importante formação rochosa do período Quaternário, são conhecidos dos viajantes praticamente desde o descobrimento do Brasil pelos portugueses. Esses arenitos ocorrem submersos ou quase submersos no litoral brasileiro.
– Em 1964 foi realizada a primeira coleta de arenito de praia no litoral carioca, na altura do km 12 da Avenida Litorânea, no Recreio dos Bandeirantes pelo naturalista da Reserva Biológica A. C. M. Macedo. Em 1968, Macedo conseguiu fotografar o banco de arenito do litoral de Jacarepaguá e coletar amostras da rocha, atualmente depositadas no Setor de Estratigrafia do Museu nacional (UFRJ). Segundo o naturalista, trata-se de rocha semelhante a encontrada no litoral nordeste, na Bahia e Pernambuco, acrescentando que igual formação litológica encontra-se na Ilha de Cabo Frio Na mesma época Gorini & Muehe (1971) descreveram o arenito do Recreio dos Bandeirantes. Novas descobertas aconteceram nos anos seguintes, de modo que atualmente sabe-se da existência desses bancos ao longo do litoral fluminense, desde o norte até o sul – disse.
Benedicto Rodrigues explicou que, inicialmente foi utilizada a expressão beach rock, da literatura americana e européia, para caracterizar bancos de arenito jazendo na orla litorânea do nordeste brasileiro, onde recebem o nome de recifes (arrecifes).
– No litoral nordeste ocupa posições variadas em relação ao nível do mar. Os mais próximos à praia aparecem na baixa-mar, alguns penetram obliquamente praia adentro, enquanto outros já no domínio da antepraia, são apenas perceptíveis pela arrebentação. Em alguns pontos o topo é plano, em outros inclina-se em direção ao mar. Branner (1904), estudando essas formações denominadas reef stones, concluiu que seriam praias consolidadas por um cimento calcário veiculado por água doce. Mendes & Petri (1971) sugeriram que os “arrecifes de arenito” deveriam ser considerados mais como depósitos da plataforma do que da praia. Outros autores discutiram o assunto, mas prevalece o senso comum de que tais formações podem ser consideradas beach rock lato sensu.
HOLOCENO
O geólogo ressaltou ainda que Flexor & Martin (1979) estudaram “rochas de praia” no litoral baiano, e concluíram, após algumas datações absolutas, que os mesmos foram depositados no Holoceno, antes do nível do mar ter atingido o máximo de transgressão. O nível médio do mar esteve a cerca de 4,7 m ± 0,50 m acima do atual, quando a transgressão chegou ao máximo, a 5.100 anos atrás.
– Os arenitos do litoral baiano são quartzosos, com cimento calcário e restos de conchas de moluscos, principalmente. A estratificação varia localmente, assim como a textura. Alguns, como no caso do Rio Vermelho, apresentam nítida estratificação cruzada. Este depósito possui granulometria grosseira e conchas abundantes, podendo ter se originado no estirâncio da praia (FLEXOR & MARTIN, op. cit.). As idades obtidas pela datação de conchas selecionadas atingem cerca de 6.610 ± 120 anos e 6.635 ± 135 anos A. P. Para Flexor & Martin (op. cit.) o cimento teria sido gerado após a deposição em águas marinhas, ao contrário do que julgava Branner (op. cit.) que propunha água doce ( MENDES, 1984, p. 215). No litoral do Rio de Janeiro vem crescendo o número de ocorrências conhecidas. Em Ponta Buena, litoral de Campos, depósito de praia fóssil (arenito) com estratificação cruzada estão sobrepostos às argilas do grupo Barreiras (DIAS, 1981, p. 38-79). No extremo oposto, na baía de Sepetiba, ocorre arenito de praia citado por Francisco & Góes (1987). Ainda no litoral carioca a ocorrência do Recreio dos Bandeirantes foi discutida por Macedo (1971) e Gorini & Muehe (1971) – disse.
Em Cabo Frio, complementou, também existe um depósito dessa formação holocênica. Na Região dos Lagos a ocorrência é conhecida há mais tempo é a de Itaipuaçu, descrita por Muehe (1972), Muehe & Ignarra (1984), Souza (1988), Souza & Menezes (1990).
– Próximo a Saquarema, na praia de Jaconé, o palestrante Benedicto Rodrigues observou uma nova ocorrência durante o mapeamento geológico da região. Anteriormente, a primeira identificação de seixos de arenito de praia em sambaqui foi efetuada pelo geólogo ao analisar o material lítico do Sambaqui da Beirada, por solicitação da arqueóloga Lina M. Kneip (MN/UFRJ). Uma descrição dessas ocorrências, com destaque para a de Saquarema, foi apresentada pelo palestrante.
A Diretoria de Atividades Técnicas, através das divisões técnicas de Engenharia do Ambiente (DEA), de Recursos Naturais Renováveis (DRNR) e de Recursos Minerais (DRM), promoveu no dia 25 de setembro a palestra “os arenitos de praia do Estado do Rio de Janeiro”, proferida pelo geólogo Benedicto Humberto Rodrigues Francisco, secretário da DEA.Segundo o engenheiro, os arenitos de praia, uma importante formação rochosa do período Quaternário, são conhecidos dos viajantes praticamente desde o descobrimento do Brasil pelos portugueses. Esses arenitos ocorrem submersos ou quase submersos no litoral brasileiro.
– Em 1964 foi realizada a primeira coleta de arenito de praia no litoral carioca, na altura do km 12 da Avenida Litorânea, no Recreio dos Bandeirantes pelo naturalista da Reserva Biológica A. C. M. Macedo. Em 1968, Macedo conseguiu fotografar o banco de arenito do litoral de Jacarepaguá e coletar amostras da rocha, atualmente depositadas no Setor de Estratigrafia do Museu nacional (UFRJ). Segundo o naturalista, trata-se de rocha semelhante a encontrada no litoral nordeste, na Bahia e Pernambuco, acrescentando que igual formação litológica encontra-se na Ilha de Cabo Frio Na mesma época Gorini & Muehe (1971) descreveram o arenito do Recreio dos Bandeirantes. Novas descobertas aconteceram nos anos seguintes, de modo que atualmente sabe-se da existência desses bancos ao longo do litoral fluminense, desde o norte até o sul – disse.
Benedicto Rodrigues explicou que, inicialmente foi utilizada a expressão beach rock, da literatura americana e européia, para caracterizar bancos de arenito jazendo na orla litorânea do nordeste brasileiro, onde recebem o nome de recifes (arrecifes).
– No litoral nordeste ocupa posições variadas em relação ao nível do mar. Os mais próximos à praia aparecem na baixa-mar, alguns penetram obliquamente praia adentro, enquanto outros já no domínio da antepraia, são apenas perceptíveis pela arrebentação. Em alguns pontos o topo é plano, em outros inclina-se em direção ao mar. Branner (1904), estudando essas formações denominadas reef stones, concluiu que seriam praias consolidadas por um cimento calcário veiculado por água doce. Mendes & Petri (1971) sugeriram que os “arrecifes de arenito” deveriam ser considerados mais como depósitos da plataforma do que da praia. Outros autores discutiram o assunto, mas prevalece o senso comum de que tais formações podem ser consideradas beach rock lato sensu.
HOLOCENO
O geólogo ressaltou ainda que Flexor & Martin (1979) estudaram “rochas de praia” no litoral baiano, e concluíram, após algumas datações absolutas, que os mesmos foram depositados no Holoceno, antes do nível do mar ter atingido o máximo de transgressão. O nível médio do mar esteve a cerca de 4,7 m ± 0,50 m acima do atual, quando a transgressão chegou ao máximo, a 5.100 anos atrás.
– Os arenitos do litoral baiano são quartzosos, com cimento calcário e restos de conchas de moluscos, principalmente. A estratificação varia localmente, assim como a textura. Alguns, como no caso do Rio Vermelho, apresentam nítida estratificação cruzada. Este depósito possui granulometria grosseira e conchas abundantes, podendo ter se originado no estirâncio da praia (FLEXOR & MARTIN, op. cit.). As idades obtidas pela datação de conchas selecionadas atingem cerca de 6.610 ± 120 anos e 6.635 ± 135 anos A. P. Para Flexor & Martin (op. cit.) o cimento teria sido gerado após a deposição em águas marinhas, ao contrário do que julgava Branner (op. cit.) que propunha água doce ( MENDES, 1984, p. 215). No litoral do Rio de Janeiro vem crescendo o número de ocorrências conhecidas. Em Ponta Buena, litoral de Campos, depósito de praia fóssil (arenito) com estratificação cruzada estão sobrepostos às argilas do grupo Barreiras (DIAS, 1981, p. 38-79). No extremo oposto, na baía de Sepetiba, ocorre arenito de praia citado por Francisco & Góes (1987). Ainda no litoral carioca a ocorrência do Recreio dos Bandeirantes foi discutida por Macedo (1971) e Gorini & Muehe (1971) – disse.
Em Cabo Frio, complementou, também existe um depósito dessa formação holocênica. Na Região dos Lagos a ocorrência é conhecida há mais tempo é a de Itaipuaçu, descrita por Muehe (1972), Muehe & Ignarra (1984), Souza (1988), Souza & Menezes (1990).
– Próximo a Saquarema, na praia de Jaconé, o palestrante Benedicto Rodrigues observou uma nova ocorrência durante o mapeamento geológico da região. Anteriormente, a primeira identificação de seixos de arenito de praia em sambaqui foi efetuada pelo geólogo ao analisar o material lítico do Sambaqui da Beirada, por solicitação da arqueóloga Lina M. Kneip (MN/UFRJ). Uma descrição dessas ocorrências, com destaque para a de Saquarema, foi apresentada pelo palestrante.
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